Até breve…


Infelizmente, esse é o segundo post que escrevo que faz parte dos posts que eu nunca gostaria de escrever. O primeiro foi quando falei da partida do Oliver… e agora, escrevo para falar da partida do Ja Rule.

A verdade é que o Ja Rule partiu no dia 30/07/15, vítima de um câncer que o atacou no baço e no fígado. Entre o dia que foi diagnosticado até quando faleceu, foram menos de 30 dias… Depois de uma luta intensa, cirurgia, transfusões e internações, tive que tomar uma das decisões mais difíceis da minha vida até hoje: autorizar a eutanásia. O que me conforta é que o Ja Rule teve a melhor assistência e o melhor tratamento que eu pude dar. Foi atendido por profissionais capacitados, com muito carinho e atenção, que me orientaram de forma clara, buscando sempre o equilíbrio entre o bem estar dele e as opções de tratamento.

Até hoje é muito difícil relembrar esses dias. Tem mais de vinte minutos que estou em frente ao computador e escrevi apenas esses dois parágrafos acima… Por isso, tem muito tempo que não escrevo aqui. O que me conforta é lembrar dos ótimos momentos que tivemos juntos durante esses quase 12 anos de convívio. O Ja Rule foi um cão muito especial, com um temperamento muito dócil e carinhoso. Além disso, era um Golden que sabia como aproveitar a vida, sempre com seu jeito tranquilo e meio bonachão. Adorava os passeios de carro, com a cabeça para fora da janela e as orelhas ao vento. Nunca foi muito de atividades físicas, gostava de brincar de bolinha mas logo estava satisfeito o suficiente para tirar um longo cochilo. E para conseguir algo, seja um cafuné ou um petisco, ele não latia, não abanava o rabo, nada disso… ele simplesmente resmungava! Isso era a marca registrada dele!

A saudade é muito grande! E se há algo que eu gostaria muito que acontecesse é que a gente pudesse se encontrar novamente algum dia…

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Ter um animal de estimação traz alegria, qualidade de vida e saúde


Para os humanos, a relação com seus animais de estimação é como um resgate da natureza

Um casamento pode se desfazer em pouco tempo. Já a relação entre um humano e seu bicho de estimação, quase sempre, cumpre o “até que a morte os separe”.  É assim há pelo menos 10 mil anos, desde que o homem domesticou cão e gato.  Aos poucos, tornaram-se companheiros inseparáveis e essa relação foi evoluindo ao longo do tempo.

Filmes como “Marley e Eu” e “Para sempre ao seu lado”, que mostram o relacionamento entre os humanos e seus animais de estimação, não só foram sucesso de bilheteria como levaram plateias às lágrimas.

Hoje, pesquisas e estudos em todo o mundo demonstram que a convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas.  Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e atualmente com o programa “Missão Pet” no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interação benéfica.

“Quando levamos cães em locais com pessoas doentes, em especial crianças, e  idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas”, relata Rossi.

O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. “Era muito interessante, porque ele sempre dava carinho e atenção à criança que mais parecia triste. Ficava do lado e, aos poucos, ela começava a brincar.”

Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente.  “Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontração.”

Para quem perdeu a capacidade de se locomover, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é se realizar através dele. “Quando essa pessoa vê um cachorro brincando e correndo como louco, é como se fosse uma extensão dele”, analisa Rossi.

Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente pedida. Isso porque é necessário fazer passeios diários, assim, sem perceber, a pessoa está se exercitando. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo gente nova.

Que conviver com animais desde cedo faz bem à saúde, proporcionando o aparecimento de anticorpos e, deste modo, evitando futuras alergias, já está comprovado cientificamente.

Agora, estudos já demonstraram que o contato com os animais aumenta a produção de endorfina no organismo, o hormônio que causa prazer e sensação de bem-estar. Além disso, o convívio com um cão ou gato diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e do estresse e também reduz o risco de problemas cardiovasculares.

Nos Estados Unidos, cachorros e gatos têm sido usados em prisões como forma de melhorar o clima interno. Em uma penitenciária feminina de Bedford Hills, as detentas ajudam a adestrar filhotes de labradores e golden retrievers. Após um ano, eles são doados a pessoas com deficiência físicas ou com estresse pós-traumático, como ex-veteranos de guerra.

Em prisões de vários Estados, graças a parcerias com abrigos de animais, gatos que estavam prestes a serem sacrificados são enviados para que os prisioneiros cuidem deles. Muitos destes, no corredor da morte. Para as autoridades locais, os gatos trazem o lado sensível daqueles homens, como se fossem crianças. Além disso, a presença dos felinos alivia a raiva e tira o estresse e a agressividade destes condenados.

Segundo a Abinpet  (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação),  até o fim do ano, teremos 37,1 milhões de cachorros e 21,4 milhões de gatos espalhados pelo país.  É só andar pelas ruas ou visitar casas e apartamentos para confirmar esses números.

Essa grande quantidade de pets na vida das pessoas talvez seja a busca de algo que se perdeu com a vida corrida e estressante.  “Hoje, vivemos em um mundo com aspecto artificial, rodeado de tecnologia e praticamente sem natureza por perto. A relação com os animais é uma forma de resgatar esse contato. É a ligação do ser humano com algo mais natural”, explica Carlos C. Alberts, professor de zoologia da UNESP no campus de Assis.

Muitas vezes as pessoas estão cansadas de interagir umas com as outras e elegem os animais para ter uma relação mais estável e até prazerosa. “Os animais têm um comportamento automático. Quando percebem que outro é mais forte, eles se submetem. Aí não há conflito e a relação torna-se mais fácil”, comenta o professor Alberts.

E não deixa de ser muito prazeroso chegar em casa e ser recebido com lambidas e pulos dos cães ou daquele entrelace dançante entre as pernas que só os gatos sabem fazer.

Percepção que ajuda e salva

Além de proporcionar bem-estar psicológico, os animais também podem ajudar os seres humanos de formas surpreendentes. Pesquisas comprovaram que cães ajudam a detectar cânceres precoces. Por seu olfato apurado, os cachorros descobrem a doença pelo cheiro alterado das pessoas que apenas eles conseguem sentir.

Mas os felinos não ficam atrás. O professor Alberts relata a história de um homem de 60 anos que descobriu estar com um tumor graças a seu gato. De uma hora para a outra, o animal começou a colocar a patinha próxima ao peito do dono e a miar sem parar. Fez isso várias vezes, sempre no mesmo lugar.  “A pessoa ficou cismada, procurou um médico e recebeu o diagnóstico de um tumor que começava a se formar.”

Já especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, comprovaram que crianças autistas que passaram a ter um cão ou um gato, quando já tinham mais de cinco anos de idade, têm mais chance de apresentar melhora no relacionamento com outras pessoas se comparadas a outras que já nasceram em lares com a presença algum bicho ou que passaram a vida sem conviver com um.

Lorcan Dillon, um garoto inglês de sete anos, diagnosticado como portador de mutismo seletivo ainda aos três anos de idade, começou a se relacionar melhor com outras pessoas após ganhar uma gata. Sua mãe conta que ele costuma dizer à gata “Eu te amo, Jessy”, fora que a felina participa com ele de atividades e o ajuda a ter mais autoconfiança.

Também não é incomum vermos casos de animais que alertaram seus tutores em casos de incêndios e até em terremotos e tsunamis, como os do Japão. E, assim, conseguiram salvar suas vidas.

Letícia Cristina de Souza Teixeira, aos quatro anos, e sua gata Marie “Cristina” em sua casa, em São Bernardo do Campo (SP), em foto de setembro de 2009. A menina que nasceu com hidrocefalia e faz fisioterapia desde os 4 meses de idade passou a ser mais persistente no tratamento depois que ganhou o bichinho de estimação

FONTE: UOL Notícias Saúde (http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/09/17/ter-um-animal-de-estimacao-traz-alegria-qualidade-de-vida-e-saude.htm)

 

 

Conheça mais sobre o Golden Retriever


golden retriever 199x300 Raça da semana: Golden Retriever

Conhecido por ser amigável e excelente companhia para famílias, o Golden Retriever teve sua origem na Grã- Bretanha nos anos de 1800 através do cruzamento de diversas raças, incluindo o Labrador, Flat Coated Retriever e o Bloodhound, com o objetivo de se criar um cão que poderia atravessar uma vegetação pesada, nadar em água gelada, e trazer de volta ao seu dono as aves aquáticas provenientes da caça, sem no entanto perfurar a pele dessas aves, sendo conhecidos por possuir uma “boca suave”. Hoje, mais do que um cão de companhia, os Goldens são utilizados também na assistência a pessoas com deficiência e como cães de faro e resgate.

Ficando em quarto lugar no ranking de inteligência para obediência de acordo com Stanley Coren em seu livro “A Inteligência dos Cães”, o Golden é um cão versátil, que adora participar das atividades da família, e se adapta bem em qualquer ambiente desde que tenha exercícios físicos e mentais. Ignorar a natureza ativa deles e a vontade de trabalhar pode levar a problemas comportamentais.

Quando filhote é cheio de energia e pode acabar se tornando destrutivo se não for educado corretamente. Sua pelagem enquanto jovem quase sempre é mais clara do que a que ele terá quando adulto, que poderá variar de dourado claro a escuro.

A sociabilização nessa fase é fundamental para que seu temperamento seja calmo, dócil e seguro. Aulas de adestramento também são muito importantes, pois quando adulto ele será um cão de grande porte que não vai poder pular nas pessoas, puxar a guia, e deverá saber se comportar em casa e na rua para evitar problemas. Durante os dois primeiros anos de idade é muito importante não forçar muito seu cão durante os exercícios, pois seus ossos estão em desenvolvimento.

Eles adoram buscar e carregar qualquer objeto, desde bolinhas e gravetos até o seu chinelo, adoram brincar com água em qualquer oportunidade e são ótimas companhias para seus exercícios diários, sempre dispostos a agradar os donos.

Não são cães que ficam fixos em uma pessoa só, eles se dão bem com a família inteira e são ótimos para crianças. No entanto, as interações entre eles devem ser sempre supervisionadas por adultos, pois devido ao seu alto nível de energia e seu tamanho, podem acidentalmente derrubar as crianças durante uma brincadeira.

Também não são bons cães de guarda, apesar de poderem latir ao ver alguém estranho no portão, e gostam de estar sempre próximos às pessoas, por isso não são cães para ficarem sozinhos por muito tempo. Qualquer cachorro isolado do convívio pode sentir tédio e estresse, levando-o a desenvolver problemas de comportamento como latidos excessivos, roer objetos indesejados e cavar buracos.

Os Goldens possuem predisposição para algumas doenças como a displasia coxofemoral, doença hereditária que acomete os membros posteriores, e por isso é muito importante procurar um bom criador. Além disso, a raça tem tendência a infecções de ouvido e obesidade, se sua higiene e alimentação não forem controladas.

Sua pelagem é de fácil manutenção, porém perdem bastante pelo. Possuem dupla pelagem para protegê-los da água, e escová-los duas a três vezes por semana permitirá que seu pelo fique sempre saudável, evitando o acúmulo deles pela casa. Duas vezes por ano eles fazem a troca dos pelos, e nessa época necessitam de uma escovação diária.

Resumindo: O Golden Retriever é o cão ideal para quem quer um companheiro para todas as horas, tem disposição para treiná-los quando filhotes e exercitá-los diariamente, não se importa com pelos, marcas de focinho e patas molhadas pela casa, e tem muito amor para dar e receber!

Por Equipe Cão Cidadão

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/2012/07/03/raca-da-semana-golden-retriever/

Cachorros levam alegria ao lar de idosos em BH


Cães abandonados são acolhidos por psicólogos e usados em terapia Idosos carentes são beneficiados ao terem contato com os animais  

 A aposentada Germana retribui com um abraço o carinho que recebe do gigante Baruck, que foi largado quando era filhote (FOTOS: PAULO FILGUEIRAS/EM/D.A PRESS )

Suja, maltrapilha e amedrontada, Juju encontrava refúgio debaixo dos carros estacionados na Savassi. Chegou a vagar por bairros da Região Centro-Sul de Belo Horizonte, carregando o peso da gravidez e de uma doença no fígado, até encontrar, há três anos, os braços acolhedores do psicólogo Leonardo Curi, de 33 anos. Desde então, a vira-lata se despediu da trajetória de abandono – vivida pelos cerca de 28 mil cachorros que moram nas sarjetas da capital – para trilhar um caminho de doação. Junto dos berneses Baruck e Hanna e da golden retriever Olly, que também trazem a marca da rejeição, ela forma um time de cães terapeutas de primeira linhagem. Longe das ruas e dos maus-tratos, os animais batem ponto todos os sábados no Lar de Idosos Clotilde Martins, no Bairro Salgado Filho, na Região Oeste de BH, e cumprem a admirável missão de trazer alegria e afastar o sofrimento de quem também já viveu na pele o incômodo fardo da solidão.
É com um beijo na ponta do focinho gelado de Baruck que a aposentada Maria Germana da Silva, de 68, moradora do asilo há um ano, agradece ao grandalhão pelo carinho. “Gostoso da Germana. Ele é um amor, quando não vem aqui tudo fica ruim”, diz, em tom afetuoso. A amizade nasceu assim que o cão chegou por lá, em agosto, levado pelo grupo de cinoterapia Pró-Idoso, de voluntários do Minas Tênis Clube (MTC). Por meio dos cachorros, os cinoterapeutas, entre eles Leonardo, dono da vira-lata e dos berneses, criam um ambiente para estimular o corpo e a mente dos idosos. No entanto, além de terapia, as sessões no lar Clotilde Martins se revelaram um momento de confidências entre quem conta com histórias de vida semelhantes.

Numa carta dirigida a Baruck, Germana não hesitou em escrever, com palavras simples e sinceras: “Baru, como foi bom conhecer você. Sua (história) foi igual à minha, fui abandonado quando nasci (sic)”. Germana foi desprezada ainda bebê e, depois da morte dos filhos, voltou a experimentar a solidão, até ser encaminhada ao lar de idosos. “Fui rejeitada pela minha mãe, me acharam na lata de lixo. Não tenho ninguém, e agora eles são a minha família”, diz. Com Baruck e a cadela Hanna, não foi diferente. Avisado por uma amiga protetora de animais e diante da necessidade de treinar cães para a cinoterapia, Leonardo encontrou, em junho de 2009, o casal de berneses jogados num quartinho de despejo de um prédio.

Terapia em grupo, diversão, sorrisos e um animal fazendo parte da festa - Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Os dois filhotes estavam com sarna, anemia e hemoparasitose, doença causada por carrapatos. “Foi uma menina que doou os dois para mim, pois não tinha condição de cuidar deles. Disse que os cães eram do namorado, mas ele sumiu”, conta. Apesar de estar desempregado e ter de arcar com o tratamento de saúde dos animais, o psicólogo não cogitou em deixar os berneses para trás. “Vi que a menina não tinha como cuidar deles e, dificilmente, cães doentes são acolhidos.” O agradecimento veio na forma de companheirismo e dedicação ao trabalho. “A impressão é que cães adotados são eternamente gratos.”

Batente

Entre esse time que deu a volta por cima do abandono, a mestiça Juju, com idade estimada de seis anos, foi a primeira a pegar no batente. Na época, Leonardo já contava com dois cães da raça golden retriever treinados para o trabalho com idosos. “Levava Juju nas sessões para passear. Mas, como ela é menor, os idosos queriam colocá-la no colo. De repente, foi entrando nas atividades e acabou se saindo a melhor de todos. Ela faz de tudo um pouco. Pula, corre”, conta Leonardo. “Ela é mais inteligente que eu”, confessa a moradora do lar Maria Sueli de Lima, de 51, que assim como Juju já passou por momentos delicados. “Apanhei muito, levei até paulada na cabeça”, conta, abraçada com a cadela.

A golden retriever Olly, adotada pela cinoterapeuta Luciana Villela, de 40, é a mais nova companheira da turma e iniciou as atividades como cadela terapeuta em agosto. Resgatada de um canil em más condições de saúde, Olly afasta o mito de que a rejeição ronda apenas os vira-latas. Luciana explica que, quando o cão de raça nasce com características que fogem do padrão, ele tende a ser rejeitado. “Muitas famílias também colocam o animal para fora de casa quando ele está com alguma doença”, acrescenta Leonardo. “Ao ver a Olly, fiquei apaixonada, mas triste. Ela estava com otite grave, hipotireoidismo, carrapato e muito traumatizada”, confessa Luciana.

Agora, a realidade de Olly é outra. No asilo, ela é só mimos e até já ganhou da aposentada Leosina de Souza Rocha, de 83, um enfeite para pôr no pescoço. “A Olly me dá carinho.” Solteira e com família no Norte de Minas, Leosina diz saber o que é se sentir sozinha. “Era muito triste aqui.” A assistente social do asilo, Irene Reis Rezende, explica que boa parte dos 34 moradores da casa vem de uma trajetória sofrida. “Temos muitos casos de abandono e maus-tratos pela família.”

Cachorros levam alegria a um lar de idosos de BH - Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Segundo a cuidadora de idosos Ivone Pereira Guimarães Costa, a chegada dos animais deu outro clima à instituição, mantida pela Sociedade São Vicente de Paulo. “E quanto mais carentes são, mais gostam dos cachorros.” Quanto aos cães, Leonardo ressalta que eles atendem um protocolo de saúde rígido para participar da cinoterapia e enfatiza: “Parece que eles já nasceram para isso. O abandono também faz com que fiquem mais próximos.”

Como adotar

Em geral, entidades que trabalham com adoção de animais não cobram taxa. Cada uma tem procedimento particular ao encaminhar o animal ao interessado.

Cão Viver
Feira de adoção aos sábados, das 10h às 16h
Rua 1º de Maio, 165, Bairro Braúnas (31) 3397-8560


SOS Bichos

Não tem canil, mas faz o contato entre interessados em doar e adotar animais
http://www.sosbichos.com.br

Sociedade Mineira Protetora dos Animais
Rua Jaguariba, 66, Bairro Guarani (31) 3433-0900

Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)

 

De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (31) 3277-7411

Rua Edna Quintel, 174, Bairro São Bernardo

Aspirador bom pra cachorro!


Minha esposa sempre reclama dos pelos encontrados pela roupa, principalmente quando usa algo preto. Para quem também tem bichos em casa, não preciso nem descrever o festival de pelos grudados no tecido, não é? Se os benditos já aparecem em roupas mais claras, no preto, o efeito é potencializado. Um deus-nos-acuda que me faz lembrar do motivo que nos faz evitar as roupas escuras.

Uma novidade, lançada na Europa e nos Estados Unidos pela marca Dyson pode ajudar a resolver não só a questão da roupa, como dos pelos espalhados por toda a casa e o problema de quem tem alergias. Trata-se de um acessório, que pode ser acoplado ao aspirador de pó, e que promete remover os pelos mortos dos bichinhos, antes de eles caírem no chão, no tapete, nas roupas…Tudo, é claro, sem machucar os pets.

De acordo com o fabricante, basta “aspirar” o bichinho para que os pelos mortos sejam retirados de uma só vez. O produto pode ser usado em cães de médio e grande porte, sem nenhum problema. Se o animal for muito assustado ou nervoso, o acessório deve ser evitado. Isso porque o barulho do eletrodoméstico pode causar crises.

Gostou? Infelizmente, o produto ainda não está disponível para venda no Brasil. Mas só para ter uma ideia de preço: no Reino Unido, sai por 40 libras (o equivalente a cerca de 108 reais).

Primeiros Socorros – Parte II


Continuando a matéria a respeito do que fazer em caso de acidentes, escreve a segunda parte da matéria Primeiros Socorros. Mais uma vez, vale lembrar que são apenas informações que podem ajudar no primeiro atendimento e que se deve sempre buscar ajuda médica especializada o mais rápido possível.

Convulsões: animais, do mesmo modo que as pessoas podem ser epiléticos ou ter convulsão motivada por alguma doença. Diferente das pessoas, você não precisa se preocupar em não deixar enrolar a língua, pois isso não acontece, e se acontecer, não sufoca. Concentre-se mais em evitar escoriações. Coloque o animal em cima de um tapete ou colchão e faça carinho nele. Convulsões epiléticas duram alguns minutos e passam, mas podem ser freqüentes. Se for a primeira vez, vá ao seu veterinário de confiança. Se seu animal já estiver em tratamento, siga as orientações médicas.

Choques elétricos e desmaios: massageie o tórax. Se a respiração estiver muito fraca, abra boca de vá dando umas puxadas na língua. Faça isso dentro do carro, a caminho da clínica. Não perca tempo!

Picada de insetos: pálpebras, focinho e boca inchados. Pode ter marimbondo ou formiga em seu quintal. Precisa tomar injeção de antialérgico urgente. Já para a clínica!

Queimaduras: água gelada ou compressa com gelo. Perto do fogão não é lugar nem de criança, nem de bicho.

Engoliu um objeto: moedas, bolinhas de borracha, bolinhas de gúde, agulhas, linha de costura, etc. Calma, nem tudo está perdido e normalmente isso acaba bem. Por incrível que pareça, a pior coisa que um animal pode engolir destas todas é a linha. Faz um estrago muito pior que a agulha. Se você tiver em casa óleo mineral, pode dar algumas colheradas. Se não tiver, use azeite mesmo, que também lubrifica o trato gastro-intestinal.

Desnecessário dizer que tem que procurar um veterinário o quanto antes.

Atropelamentos: claro que isso pode variar de apenas alguns arranhões a sérias fraturas e hemorragias. O que é importante dizer aqui é que você deve primeiro colocar uma focinheira no animal atropelado. Como já disse antes, a dor leva a morder. Depois, para evitar movimentos bruscos, abra uma coberta no chão, coloque o paciente em cima dela, e com todo o cuidado, duas pessoas devem segurar a coberta pelas pontas, improvisando uma maca. Daí é direto para a clínica. Mesmo traumas aparentemente leves, devem ser examinados e medicados, pois alguns problemas como edemas e hemorragia interna, podem demorar a dar sinais.

Fonte: Veterinário Wilson Grassi.

Verdadeira Amizade


Na Carolina do Sul, Estados Unidos, um instituto de preservação de espécies ameaçadas, o Institute of Greatly Endangered and Rare Species, está se tornando famoso por promover amizades inusitadas de orangotangos, desta vez é com o cão Roscoe.
Passeiam sobre elefante, descansam na grama, mergulham na piscina…Roscoe e a Suriya nos ensinam que a amizade, respeito e amor são independentes de espécie.