Posse Responsável


Recebo muito e-mails de leitores com duvidas na horas de escolher onde adquirir seu animal de estimacao. E essa et uma preocupacao realmente importante pois hoje em dia existem “criadores” que visam somente lucro, nao se preocupando com o mais importante: a integridade dos animais.

Pensando nisso, comecei a pesquisar o assunto na internet e com a ajuda de outros blogueiros e profissionais da area, encontrei algumas informacoes que podem ajudar a quem esta passando por essa fase. E aproveito tambem para sempre deixar um alerta: pense na adocao! Existem milhares de caes e gatos procurando por um lar. Voce pode fazer a diferenca na vida desses animais.

Primeiro, converse com o criador e vá conhecer pessoalmente as instalações do canil. Não confie só nos sites e nunca compre um cachorro em uma loja online. As imagens podem ser falsas e o suposto bem estar pode ser só uma ilusão. Peça referências de outras pessoas que já lidaram com o criador e veja sua reputação no mercado.
Peça informações sobre a raça, pedigree e exames realizados durante a gravidez. O criador é um especialista na raça e deverá informá-lo de maneira precisa as características como origem, predisposições de saúde, padrão físico e comportamento.
Se possível, peça para ver os pais da cria e certifique-se que os filhotes já estão vermifugados, vacinados e com uma avaliação do veterinário garantindo que são saudáveis.
Pergunte sobre como é o processo de cruzamento, se há uma pausa entre cios e como o criador cuida dos cães idosos no canil. Peça para vê-los.
A partir daí você poderá analisar o conhecimento do criador, a história que ele tem com animais e o tratamento dado no canil.
É um processo bilateral, não só você precisa conhecer o criador como ele também precisa confiar que o cão estará indo para as mãos certas. Um criador não mandaria o cão sem antes conhecer mais sobre você e ter certeza que você pode oferecer tudo que o animal precisa.
É imprescindível que um contrato seja assinado, garantindo que caso a convivência não corra como planejada, o cão deverá ser devolvido para o criador.
O ideal é que mesmo depois do animal já estar adaptado, o criador continue checando o bem estar do mesmo e esteja disponível para tirar dúvidas.

Fonte: Samantha Kelly – Portal do Dog

Anúncios

Dicas para evitar mordidas de cães


Tenho dois Golden Retriever e os conheço muito bem. Nesses anos de convívio aprendi a respeitar suas características, além de entender as reações de cada um e saber que mesmo sendo muito dóceis, é importante evitar algumas ações e interagir de forma adequada.

Quando saio com eles na rua, percebo que muitas pessoas se aproximam sem tomar o mínimo de cuidado ao ter um primeiro contato com um cão desconhecido. O Ja Rule, que é o mais novo, não me preocupa porque sei que ele nunca irá reagir de forma tempestiva e/ou agressiva com pessoas. O Oliver, por ser um cão muito desconfiado (que é bem diferente de agressivo), precisa de um tempo maior para se sentir mais à vontade com estranhos e também de uma aproximação adequada, para evitar reações de defesa por parte dele.

Hoje li uma reportagem muito interessante e que acredito ser importante para todos que gostam de cães e se aproximam deles de alguma maneira. Espero que gostem…

Por Alexandre Rossi

latidos 1024x980 Dicas para evitar mordidas de cães

Mordidas de cães podem ser muito perigosas e, na maioria das vezes, é possível evitá-las. Para isso, primeiro é preciso entender os motivos que levam um cachorro a reagir assim diante de algumas situações.

Morder, por que?

Geralmente, os cães mordem quando se sentem ameaçados ou com medo. Ou ainda para proteger seu território, os filhotes, a comida e até os brinquedos! Quando estão com dor ou irritados, também podem morder. Por isso, tanto observar o animal quanto policiar as próprias ações ajudam a prevenir ataques.

Ação e reação

Algumas atitudes que parecem inocentes pra nós, podem representar uma baita ameaça para os cachorros. Olhar o cachorro fixamente nos olhos é um ótimo exemplo disso. Pra você pode não ser nada, mas ele talvez se veja num confronto. Encurralar o animal num canto ou se curvar sobre ele são duas situações que têm grandes chances de acabar mal. O melhor mesmo é ficar de lado para o cão, para que ele não se sinta ameaçado.

Abraço apertado… demais!

Sabe aquele abraço super carinhoso que a gente adora dar nos cachorros? Pois é… nunca faça isso se você não tiver certeza absoluta de que o cão é extremamente dócil.

Procure também sempre manter seu rosto a uma distância razoável do cachorro. A maior incidência de mordidas ocorre justamente nesta parte do corpo.

Te conheço?

É muito comum a gente ver um cão passeando na rua e querer passar a mão, fazer carinho… É quase que automático, principalmente para os apaixonados por cachorro.

Mas é muito importante tomar alguns cuidados. Sempre pergunte ao proprietário se o cão é dócil e se você pode fazer carinho nele. Normalmente, quando percebem que o dono está relaxado e agindo de forma natural diante do estranho, os cães se sentem mais confiantes.

Antes de qualquer interação, deixe o cachorro cheirar você. A aproximação deve ser feita pelo proprietário, e se quiser chegar perto do cão, mexa-se devagar e com movimentos leves. Converse com o dono, como se não estivesse nem aí pro animal. Só então estenda a mão para o cachorro cheirá-la. Mantenha o braço relaxado e o punho cerrado, evitando assim mordidas nos dedos.

Quando perceber que o cachorro está se sentindo seguro e tranqüilo, acaricie seu peito e embaixo do seu pescoço com a mesma mão que ele estava cheirando. Os cães se sentem menos ameaçados nessas partes do corpo do que quando recebem carinho na cabeça, por exemplo.

Nesse momento, a maioria dos cachorros já está agindo como se você fosse um velho conhecido. Mesmo assim, seja prudente: quando decidir parar de fazer carinho, tire a mão devagar, sem movimentos bruscos.

Texto: Alexandre Rossi

Como escolher um hotel para o seu cão


Nessa época do ano, com a chegada das férias, muitas vezes, surge a necessidade de deixar o peludo em hoteizinhos especializados enquanto a família sai para viajar.

Neste momento, é preciso, em primeiro lugar, escolher um local com boas referências, profissionais qualificados e, especialmente, onde se tenha certeza que os animais de estimação não ficarão presos em gaiolas o tempo todo.

Além disso, o hotel deve dispor de espaço suficiente para que os pets corram e brinquem, além de locais apropriados para dormirem.

É importante observar se os funcionários tomam cuidados para evitar brigas, separando em ambientes diferentes cães de porte muito antagônicos (mesmo que tenham bom comportamento, não seria seguro deixar um Dogue Alemão correndo solto com um Yorkshire!).

A preparação do cão – antes da hospedagem

Se o peludo tiver uma ligação muito forte com o dono ou caso nunca tenham se separado, é importante treiná-lo a ser mais confiante e independente algumas semanas antes da data marcada para ser deixado no hotel, para que este período não seja um tormento.

Se for necessário trocar a alimentação, esta providência deve ocorrer gradualmente e pelo menos quatro dias antes da viagem. E caso o amigo tenha problemas de apetite, a dificuldade pode piorar durante a mudança de ambiente. Assim, alguns dias antes, o ideal é tentar tornar a comida mais palatável e orientar o hotel a continuar oferecendo a mesma comida preparada.

Além disso, exercícios e suplementação alimentar ajudam a combater a depressão que pode atingir o cachorro. Estas providências devem ser tomadas pelo menos 7 dias antes da viagem, para surtam os efeitos esperados durante o período da hospedagem.

Finalmente, seria bem interessante que o cão já conheça o local e as pessoas que ali trabalham antes do período de hospedagem. A maioria dos hotéis disponibiliza seus serviços por apenas um ou dois dias. Assim, será muito mais tranquilo para o cão estar ali novamente e por um período mais longo.

A preparação do cão – chegou o dia!

Finalmente, chegou o dia de levar o cão para o hotel durante as férias…

É importante deixar lá seus brinquedos favoritos, potes de água e comida, caminha e a comida com a qual está acostumado. Assim, apesar de estar num local diferente e sem a companhia dos membros da família, o animalzinho terá seus objetos por perto, o que ajudará muito na boa adaptação no local novo.

Além disso, uma dica é deixar também alguma peça de roupa com o cheiro das pessoas queridas para o cão, para que este se sinta mais tranquilo quando estiver no novo ambiente. Este objeto pode ser deixado na caminha do peludo.

Caso a hospedagem se torne algo periódico, o ideal é que o pet seja deixado no mesmo hotelzinho nas outras vezes, pois já estará ambientado com as pessoas e com o local.

Tomando-se estes cuidados simples, garante-se tranquilidade para as férias da família e do peludo!

Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Cândido

Como transportar seu animal durante a viagem


Saiba quais são os cuidados que se deve tomar para evitar problemas e reduzir o sofrimento dos pets

 

Foto

Carsale – Quem possui animal em casa, tem sempre uma preocupação a mais quando sai de férias: com quem ou onde deixar o bichinho? Por conta disso, geralmente as pessoas acabam preferindo levar o cachorro ou gato juntos para compartilhar a viagem. Pegar uma estrada na companhia de pets exige alguns cuidados especiais. Aproveitando o período de fim de ano e de recesso escolar, vão aqui algumas recomendações para melhorar a segurança e o conforto do animal dentro do carro.

Durante a viagem é comum ver o animal no colo das pessoas, ou com a cabeça para fora da janela, ou solto dentro da cabine. Manter bichos, pequenos ou grandes, perambulando pelo interior do veículo pode ser muito arriscado: numa freada ou colisão, eles podem ser arremessados para longe, provocando ferimentos. Os mais agitados também costumam pular o banco dianteiro ou passar para o compartimento da frente, atrapalhando perigosamente o motorista.

Para segurança dos passageiros e dos pets, o correto é que o animal vá em uma cadeirinha especial, fixada no cinto de segurança do banco traseiro. A outra opção, é transportá-los em casinhas portáteis de plástico, que devem ser acomodadas sobre o banco traseiro ou no porta-malas do veículo (nos que têm compartimento de bagagem integrado à cabine), sempre presas por uma cinta para não se deslocarem nas freadas ou nas curvas.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, é proibido levar os bichos soltos em caçambas de veículos, como em picapes – dá multa grave, de cinco pontos, no valor de R$ 127,69. Transportar o animal no colo, com a cabeça para fora ou no lado esquerdo do motorista, como é comum se ver nas cidades, rende multa média, de quatro pontos, de R$ 85,13.

Antes de sair de casa, dê pouca comida ao bicho. Com o estômago cheio, o balanço do carro pode fazer com que passe mal e acabe sujando o estofamento do veículo. Alguns veterinários recomendam dar remédio anti-enjoo para amenizar o desconforto do animal. Se a viagem for longa, pare em intervalos de duas a três horas para que ele possa fazer as suas necessidades, tomar água, se refrescar e descansar do estresse do trajeto.

Outra dica é forrar o banco traseiro com uma capa impermeável (existem vários tipos à venda nos pet shops) para não sujar o revestimento. Como ficam muito ansiosos em viagens, o cachorros se mostram ofegantes e salivam muito, molhando todo o interior.

Como os postos de combustíveis costumam ficar lotados de veículos nessa época do ano, ao sair do carro mantenha o animal sempre preso à coleira por causa do risco de um eventual atropelamento. No verão, durante as paradas, evite caminhar com o bicho sobre calçadas de cimento ou asfalto, que costumam aquecer muito com o sol e provocar queimaduras nas almofadas das patas. Prefira os locais com sombra e gramados.

Evite também deixar o animal viajar com a cabeça para fora da janela. Os cachorros adoram sentir odores diferentes e tomar vento no focinho, mas se isso for feito com muita freqüência, ou por longo tempo, pode ressecar nariz e olhos, afetando, dois de seus principais sentidos.

E um alerta importante: nunca deixe os vidros das portas totalmente abertos com o carro em movimento para evitar que o animal pule para a pista. Mantenha sempre uma pequena fresta livre para garantir a ventilação interna. E atenção: não feche totalmente os vidros ao deixar o veículo estacionado com o animal dentro.

10 Coisas Essenciais para seu Filhote


Retirei esse texto do site do Cesar Millan. Como estava em inglês, fiz uma tradução tentando manter as informações o mais perfeito possível. Espero que gostem…

O site da informação original é http://www.cesarsway.com/askthevet/dogwellness/Top-10-Checklist-for-Your-Puppy

Criar um filhote direito pode ser uma tarefa incrivelmente desafiadora, mas com certeza é infinitamente gratificante também. Um dos pilares da boa saúde para o seu cachorro é o cuidado veterinário regular. Aqui está uma lista das 10 melhores coisas que você precisa fazer no primeiro ano do seu cachorro.

1. Encontrar um bom veterinário.

O ideal é você encontrar qual veterinário você planeja usar antes que o seu cachorro chegue. Pergunte aos seus amigos que são donos de cães se indicariam o veterinário que estão acostumados a levar seus cães. Se possível, visite a clínica de antemão e olhe ao redor: veja se a área de espera é limpa, se a equipe é simpática e prestativa, etc. Procure saber a respeito do diploma dos médicos veterinários para ver quando eles se formaram. Veterinário que se formou há muito tempo pode ter muita experiência, mas pode não ser tão atualizado sobre o conhecimento médico e da tecnologia como recém-formados, enquanto os recém-licenciados têm um monte de informações mais recentes, mas podem não ter uma boa experiência. Descubra se o horário de expediente vai caber na sua agenda e se atendem situações de emergência após o expediente. É melhor ficar com um veterinário que conhece bem seu animal de estimação. Escolher um veterinário é algo pessoal, mas tente encontrar um que seja tranqüilo, que saiba realmente ouvir e seja prestativo. Se o seu primeiro veterinário faz você se sentir desconfortável sob quaisquer circunstâncias, continue procurando até encontrar um que é um bom ajuste para você e seu filhote.

2. Pense em um seguro de saúde para animal de estimação.

Considere ter um seguro de saúde para animal de estimação. Eles podem facilitar o custo de cuidados veterinários, especialmente se ocorrer emergências. Demasiadas vezes tenho visto os novos donos na sala de emergência com um filhote de cachorro muito doente e condições financeiras insuficientes, porque eles simplesmente gastou todo o seu dinheiro na compra do filhote e suprimentos. Espere gastar várias centenas de reais no mínimo em um ano por cuidados veterinários de rotina e reserve algum dinheiro para emergências.

3. Aplicar as vacinas necessárias.

Filhotes recém-nascidos não têm imunidade inata no nascimento. Eles possuem anticorpos da mãe que ajuda a protegê-los de doenças, enquanto seu sistema imunológico se desenvolve. As vacinas são uma parte vital do tratamento veterinário do seu cachorro que irá ajudar a prevenir doenças graves. Vacinas podem ser fundamentais ou não-fundamentais. Vacinas fundamentais são aqueles recomendadas a todos os cães. Elas incluem vacinas para cinomose, adenovírus-2, parvovírus canino-2 e anti-rábica. Não-fundamentais são vacinas que incluem a leptospirose, doença de Lyme e Bordetella por exemplo, e são recomendados para cães em localizações geográficas específicas ou com fatores de estilo de vida que irá aumentar o seu risco de exposição a esse agente patogênico. Seu veterinário poderá lhe explicar as vacina que são recomendados para o seu cachorro e o calendário de vacinação. Reforços serão necessários ao longo do primeiro ano, a fim de fornecer imunidade ideal para o seu cachorro.

4. Mantenha seu cachorro regularmente livre de parasitas.

Muitos filhotes já têm parasitas intestinais adquiridos da mãe antes mesmo que de nascerem. Por isso, é importante que o veterinário faça exames em seu cachorro regularmente para garantir que o tratamento está completo. Não tratados, parasitas intestinais, como lombrigas, tênias e ancilostomídeos podem causar anemia e perda de peso, que pode ser fatal. Parasitas intestinais de cães podem causar problemas em seus donos também e em qualquer um que pode ser exposto a fezes do cachorro. Vermifugação regular é muito importante.

5. Proteger contra dirofilariose.

Outra problema grave é o verme Dirofilaria immitis, mais conhecido como a dirofilariose. Ao contrário dos anteriores, este parasita vive dentro do sistema circulatório e prefere as câmaras do coração. Dirofilaria é transmitida por mosquitos. Com o aquecimento gradual do nosso clima, mosquitos estão ficando mais ativos a cada ano, portanto durante todo o ano profilaxia contra o verme do coração é recomendada.

6. Aprenda a evitar parasitas.

Tal como acontece com dirofilariose, pulgas e carraças prevenção são muito mais fácil do que tratá-los. Seu veterinário tem uma variedade de produtos tópicos que podem ser facilmente aplicada a oito semanas e os filhotes mais velhos. Mantenha seu gramado curto e manter o seu cachorro para fora de arbustos e áreas woody. Tratar o meio ambiente, lavando roupa de cama regularmente e limpar tapetes para remover ovos e larvas.

7. Pense na castração ou esterilização

A castração ou esterilização de seu filhote fornece inúmeros benefícios à saúde dele e deve ser considerado se você não está pensando em cruzar seu cão. Filhotes saudáveis ​​podem ser castrados com oito semanas, embora alguns veterinários preferem esperar até 4-6 meses de idade. Nas fêmeas, a operação deve ser realizada antes do primeiro cio, quando possível, porque vai praticamente eliminar o risco de desenvolver câncer de mama em uma idade mais tarde.

8. Eduque-se sobre dieta apropriada do seu cachorro e peso.

Filhotes com oito semanas de idade devem ser alimentados com uma dieta alta qualidade. Alimento para cães adultos regulares não irá fornecer ao seu filhote a energia e cálcio que precisa. Siga as recomendações do rótulo e as orientações do seu veterinário para determinar quanto de ração é necessária para alimentar seu filhote. Idealmente, os filhotes devem ser alimentados 3-4 vezes ao dia até que estejam pelo menos com seis meses de idade, quando você pode diminuir o horário de alimentação para duas vezes por dia, se assim o desejar. Pergunte ao seu veterinário se o seu cachorro está em um peso saudável.

9. Prepare-se para a dentição.

Os dentes do seu cachorro começarão a surgir entre 3-8 semanas de idade e com cerca de 4-6 meses de idade estes dentes serão substituídos por dentes permanentes. Os primeiros dentes a serem substituídos são geralmente os incisivos centrais. Você saberá quando o seu cachorro estiver na dentição porque você vai notar um aumento de salivação. É importante nunca deixar o seu cachorro sem supervisão e isso é duplamente importante durante a dentição. Além da destruição geral, um filhote de cachorro na dentição pode, ocasionalmente, ingerir objetos que podem causar obstrução ou intoxicação. Outros perigos incluem mastigar cabos elétricos  e edema pulmonar fatal. Dê muitos brinquedos para a fase de dentição. Há brinquedos especialmente concebidos para a dentição dos filhotes. A dentição geralmente dura de algumas semanas a um mês. É importante que  o seu veterinário monitore a troca dos dentes porque às vezes o dente de leite pode ser mantido, o que pode causar problemas no futuro.

10. Mantenha a casa à prova de filhotes.

Embora seja importante ver o seu veterinário regularmente, você quer evitar emergências, tanto quanto possível. Dê uma boa olhada ao redor de sua casa para ver os riscos potenciais para um filhote de cachorro curioso. Considere toxinas, tais como plantas domésticas e produtos de limpeza e mantenha-os fora do alcance. Use portas de bebê para bloquear o acesso a escadas e evitar quedas, além de limitar o acesso a salas que não sejam seguras. Objetos pequenos, tais como jóias e prendedores de cabelo também devem ser mantidos fora do alcance para que não sejam engolidos. Leve o lixo para fora regularmente e considere o uso de baldes de lixo com tampas pesadas que o cachorro não possa abrir. Novamente, a melhor maneira de manter seu filhote fora de problemas é nunca deixá-lo sem supervisão.

Cuidado com a Piscina


Já ouvi alguns casos tristes sobre animais e piscinas. O curioso é que são sempre iguais: o bichinho cai sem querer na água – quando está perseguindo algum inseto ou com sede – e não consegue subir, pois a borda não oferece nenhum suporte e geralmente é alta para ele. Depois de nadar um tempão, o animal cansa e se afoga. Que dó! Até a Lila, labradora do meu pai, já passou por um apuro desse.

Então, não dê bola para o azar. Se a sua casa tem piscina, garanta que o seu animal não tenha acesso a ela ou que, pelo menos, saiba se virar caso caia na água sem ninguém por perto. Uma opção é cercar a área de lazer. Existem cerquinhas lindas de madeira ou de ferro que vão deixar o espaço ainda mais bonito.

Outro jeito de deixar a piscina segura para os peludos é pensar, desde o começo do projeto, em uma escada submersa. Assim, é possível sair da água sem nenhum estresse. Se a piscina está pronta e não há tempo nem $$ para uma reforminha, vale optar por um acessório que, acoplado aos degraus da escadinha, dá o apoio perfeito para o bichinho sair da piscina. Este é brasileiríssimo e eu conheci nesses dias. Chama-se Save Dog e está à venda no site.

Save Dog
Save Dog

IMPORTANTE: Mesmo que a sua piscina tenha uma escada submersa ou algum acessório que facilite a saída do bichinho, certifique-se de que ele sabe usá-la. Entre com ele na água e mostre que, daquele jeito, ele conseguirá sair a hora que quiser. Treino é fundamental!

Um Feliz Natal para Todos!!!


O Blog anda um pouco parado nos últimos dias devido ao meu tempo que está um tanto quanto escasso nesse final de ano. Geralmente, o final do ano costuma ser uma época de pouca atividade, mas para mim tem sido exatamente o contrário. Eu e minha doce esposa estamos encerrando o ano com pique total, uma vez que o nosso projeto “Casa Nova” está caminhando a mil por hora. Juntando a isso, temos as compras dos presentes, preparativos Natalinos, escolha do Reveillon e ainda o trabalho, que não dá folga…

Feliz Natal

Mas hoje tirei um tempo para colocar esse post aqui e desejar a todos, inclusive aos nossos companheiros de quatro patas, um ótimo Natal, repleto de alegria e união. O Oliver e o Ja Rule também desejam a todos um Natal bem feliz e próspero!

Ah, e para quem ainda não comprou os presentes para seus pets, seguem aí algumas dicas e sugestões:

A tradição de dar e receber presentes no Natal movimenta os Pets Shops. O conceito de que cães, gatos, roedores, peixes e pássaros já pertencem à família vem ganhando força. Prova disso é a quantidade de produtos oferecidos para presentear os bichinhos de estimação. Entre as opções de compra é possível encontrar panetones e chocolate para cachorro, roupas, acessórios e até mesmo bijuterias.

A maioria dos produtos são destinados aos cães e gatos, mas há também opções para pássaros, roedores e peixes. Os itens mais procurados são os brinquedos, roupinhas e acessórios, além dos petiscos. No entanto, há presentes menos convencionais como chaveiros com os signos do cachorro, que podem ser adquiridos a partir de R$ 5; correntes personalizadas de strass ou pérolas, que custam a partir de R$ 27,80; cintos de segurança para cachorro (R$ 32,90), além de guloseimas, como batata frita para cachorro (a partir de R$ 4,80), molho para ração (a partir de R$ 8,90), caixa de bombom para cachorros (a partir de R$ 16,60) e panetones para cachorro (a partir de R$ 8,40).

Segundo o médico veterinário, Mucio Guedes, os petiscos servem como um agrado. “O cachorro e o gato não são mais apenas bichinhos de estimação. Passaram a ser membro da família e como temos o costume de presentear a família, também os presenteamos”, destaca. Apesar do lado benéfico, há restrições para o consumo destes brindes alimentícios. “Os panetones e chocolates, por exemplo, devem ser consumidos em pequena quantidade. São produtos, em sua maioria, com teor de gordura e que pode causar obesidade”, aconselha o profissional.

É bom lembrar que os cães só podem comer chocolates e panetones próprios para cachorros, não se deve oferecer chocolate ou panetones tradicionais para os cães por causa da presença de ingredientes que não fazem bem aos cachorros como a proteína teobromina e as uvas passas.