Como evitar mordidas de cães


A maioria dos ataques e mordidas de cães ocorrem em casa. Muito provavelmente, o melhor amigo de quatro patas não pretendia machucar alguém, mas as vezes ele pode se deixar levar durante um momento e acidentalmente morder.

Outros cães, especialmente os de raças menores, podem morder para chamar a atenção. Ja os filhotes podem morder para aliviar o incomodo quando os dentes estão nascendo. Aqui estão algumas dicas para reduzir as chances de ser mordido.

  • Evite jogos agressivos.

Se você começar uma “luta”, como um cabo-de-guerra, ou mesmo um jogo particularmente enérgico de rolar, puxar e/ou apertar com o seu cão, você pode ser acidentalmente mordido. Lembre-se, seu cão usa a boca para prender coisas. Se você está lutando, isso pode significar o seu braço ou perna. Seu cão deve também aprender um comando como “larga”, o que é especialmente útil durante uma brincadeira com bolinhas e que você não precise arrancar a bola de dentro da boca dele – o que pode ser uma boa maneira de ferir um dedo.

  • Ensine comportamento submisso.

Seu cão deve ser treinado desde cedo para desistir de alimentos sem rosnar ou morder, deitar de costas e expor a barriga, e outros comportamentos submissos. Se o seu cão sabe que você é o líder da matilha, você vai ser capaz de parar todos os comportamentos indesejáveis ​​ou perigosos quando ocorrerem.

  • Castramento.

Não só isso é uma boa idéia para o controle da população, mas também reduz a agressividade em cães.

  • Vacine seu cão.

A coisa mais triste que pode acontecer é se o seu cão se tornar agressivo porque contraiu raiva. Visite o veterinário regularmente e certifique-se de que a vacinação do seu cão contra a raiva e outras doenças esta atualizada. Enquanto seu cão envelhece, ele também pode ser propenso a demência ou outras doenças degenerativas que podem causar um comportamento agressivo. O seu veterinário pode ajudá-lo com o seu diagnóstico e tratamento.

  • Não deixe seu cão sozinho com bebês ou crianças pequenas.

Deixar cães e bebês sozinhos pode ter consequências trágicas. Existem muitas histórias horríveis de crianças atacadas por um animal de estimação da família. O mais provável é que não foi um ataque, mas o cão tentando brincar com o bebê ou imitando algo que ele viu o pai fazer. Ou as vezes, se defendendo de um puxao no rabo ou em alguma outra parte que o incomode.

Nós vemos os cães carregarem seus filhotes pela nuca. Porem, com um bebê, isso pode ser fatal. Crianças também são propensas a morder ou bater nos cães, ou ainda tentar montá-los como um cavalo, o que também pode provocar uma mordida. Mesmo que você só saia da sala por um minuto ou dois, você estará proporcionando uma situação perigosa. Portanto, sempre fique por perto e observe a criança enquanto ela brinca com o cão.
Seu cão ja mordeu alguém? Ou você já foi a vítima de uma mordida de cão? O que aconteceu? Compartilhe a sua experiência com a gente nos comentários.

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Convulsão Canina


Olá Pessoal.

Hoje resolvi colocar um post aqui no blog falando a respeito de convulsão canina porque, infelizmente, o Oliver, meu Golden Retriever, sofreu uma. Na verdade, hoje foi a segunda crise que ele teve, que durou em torno de 1 minuto (foi mais rápida que a primeira).

Para quem nunca tinha visto um cão sofrer uma convulsão, é algo realmente aterrorizante. As crises dele foram durante a madrugada e acordar com o cão se debatendo, de repente, com o quarto todo escuro, é algo que já assusta. Na primeira vez foi bem complicado porque eu não tinha idéia do que estava acontecendo. Imaginei que algum animal peçonhento poderia tê-lo picado ou que ele estivesse tendo um ataque do coração. É tudo muito rápido e intenso…

Bom, passado o susto, fui pesquisar e descobri que a convulsão em cães é mais comum do que imaginamos, infelizmente. Muitos cães sofrem com isso e as causas podem ser variadas, passando pode epilepsia até intoxicação por alimentos ou produtos químicos.

Portanto, quero compartilhar com vocês minha experiência, falando que o mais importante diante de uma situação dessas é manter a calma, observar o cão e tentar protegê-lo para não se machucar enquanto está se debatendo e trazer alguma informação útil e esclarecedora.

Convulsão em cachorros: como agir

 

“A convulsão pode acusar muitas doenças, e não só epilepsia, em seu cachorro. Nessa hora de tanto tremor, que não é brinquedo, veja como agir.”

Para alguns bichos, não precisa muito para o cérebro entrar em pane. Basta um susto provocado por rojões, trovões ou uma superagitação dentro de casa para que o animal sofra uma intensa descarga elétrica na massa cinzenta. Daí, começa a tremer, salivar e se comportar de maneira assustadora aos olhos do dono. Essa é a descrição de uma crise convulsiva.

Por trás da reação, há uma série de causas — um trauma na cabeça, uma intoxicação por produto químico, a falta de glicose no sangue, mais frequente em filhotes e cães diabéticos, ou ainda um tumor cerebral ou uma doença congênita como a epilepsia. “O pior é que não há jeito de prever uma crise, porque não há exames que detectam isso antecipadamente”, diz o veterinário Paulo Salzo, da Universidade Metodista, em São Paulo. Se acontecer na sua casa, a dica é: assim que o animal parar de convulsionar — e uma baita convulsão dura no máximo cinco minutos —, leve-o ao especialista para investigar o que causou o curto-circuito cerebral. Lembre-se de relatar se o bicho comeu algo diferente, se ingeriu algum produto químico, se levou um tombo… Toda informação é preciosa.

Raças como pastor alemão, poodle, labrador, pit bull e husk siberiano têm maior predisposição à epilepsia. Para ajudar no diagnóstico, vale tentar ver se os pais do seu cachorro não eram epiléticos, já que a doença é hereditária. Descartada essa hipótese específica, a crise pode alertar para outros males. E, aí, vários exames são necessários. Os de sangue, por exemplo, podem acusar uma hipoglicemia.

“Seja qual for a causa, o tratamento desse transtorno tem que começar pelo uso de anticonvulsivantes, remédios que irão normalizar as ondas cerebrais e que existem na forma de comprimidos, xaropes ou gotas. A escolha, no caso, dependerá da aceitação do animal”, explica o veterinário Marcelo Quinzani, do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo.

Se for constatada a epilepsia, o tratamento anticonvulsivante seguirá para o restante da vida. Se for descoberta a hipoglicemia, o remédio deverá ser associado a outro para manter as taxas de açúcar na circulação em ordem e evitar novas convulsões.

“De qualquer maneira, a supervisão de um profissional deverá ser intensificada”, alerta Salzo. Recomenda-se levar o cachorro que já convulsionou para uma consulta a cada seis meses. Em cada visita, o profissional irá reavaliar a dosagem do anticonvulsivante no caso da epilepsia, por exemplo. Sem contar que, com o passar dos anos, sujeito à medicação diária, o bicho pode ter efeitos colaterais como aumento de peso e problemas no fígado — e o veterinário estará de olho nisso.

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Saiba como cuidar do cachorro durante uma crise de convulsão

ANTES

Ansiedade e pupilas dilatadas podem acusar que uma crise convulsiva está chegando. Mudança repentina de comportamento, como dormir mais, comer muito ou deixar de ter apetite, também é um alerta. “Se o animal já convulsionou antes, sinais assim indicam para levá-lo ao veterinário depressa”, recomenda Quinzani. “A dose de medicamento, então, poderá ser ajustada.”

DURANTE

Quando o curto começa, o bicho sofre perda de consciência ou foca em um único ponto, correndo atrás do próprio rabo, por exemplo. Tremores, salivação, descontrole de urina e fezes e movimentos de perna são outros sinais. As crises duram de 20 segundos a um minuto, em média. Se não cessar em 5 minutos, encaminhe-o imediatamente ao pronto-socorro veterinário.

DEPOIS

O cão fica muito cansado por causa da intensidade do choque. Por isso é normal que permaneça um bom tempo quieto. Deixe-o em um local silencioso e confortável. Se ele quiser comer e beber, facilite o acesso.

Quadros de convulsões. Bruce Fogle, Primeiros Socorros para Cães

Não entre em pânico se o cão tiver um ataque, pois a maioria das convulsões não é fatal. Evite-o apenas se estiver em uma área que exista hidrofobia (a famosa raiva) e você não sabe se ele foi vacinado.

1. Os cães raramente se asfixiam com a língua. Evite colocar os dedos perto da boca do cão a menos que seja absolutamente necessário. Raças com caras achatadas como os pugs e boston terries podem asfixiar-se com a língua, de modo que devem ser vigiados atentamente. Se o cão ficar inconsciente, puxe a língua para fora e, se necessário, faça respiração artificial.

2. Se o cão estiver tendo uma convulsão leve, chame a atenção dele; essa medida poderá evitar que um ataque completo se desenvolva.

3. Se o ataque for total, consiga um cobertor ou algumas almofadas. Afaste o cão de objetos nos quais possa se machucar e, se o ataque durar mais de 1 minuto, envolva o cão num cobertor ou cerque-o com almofadas a fim de protegê-lo. Descubra-o mais tarde, pois deixá-lo coberto poderá causar hipertermia (elevação da temperatura corporal – dependendo do caso, o cachorro poderá vir a óbito, fique esperto!).

4. Se o ataque parar dentro de 4 minutos, reduza o som (os barulhos alheios) e a luz e fale suave e tranquilizadoramente com o cão. Mantenha outros cães afastados.

5. Se o ataque perdurar por mais tempo, leve o cão imediatamente ao veterinário. Não o envolva firmemente em um cobertor durante o trajeto, pois essa medida poderá causar hipertermia.

6. Registre o tempo de duração do ataque e o que o cão fazia antes de ele acontecer, pois isso ajudará o diagnóstico no caso de ocorrerem outros ataques. (Se possível, é claro!)

Quadros de convulsões. Bruce Fogle, Primeiros Socorros para Cães

Dicas para evitar mordidas de cães


Tenho dois Golden Retriever e os conheço muito bem. Nesses anos de convívio aprendi a respeitar suas características, além de entender as reações de cada um e saber que mesmo sendo muito dóceis, é importante evitar algumas ações e interagir de forma adequada.

Quando saio com eles na rua, percebo que muitas pessoas se aproximam sem tomar o mínimo de cuidado ao ter um primeiro contato com um cão desconhecido. O Ja Rule, que é o mais novo, não me preocupa porque sei que ele nunca irá reagir de forma tempestiva e/ou agressiva com pessoas. O Oliver, por ser um cão muito desconfiado (que é bem diferente de agressivo), precisa de um tempo maior para se sentir mais à vontade com estranhos e também de uma aproximação adequada, para evitar reações de defesa por parte dele.

Hoje li uma reportagem muito interessante e que acredito ser importante para todos que gostam de cães e se aproximam deles de alguma maneira. Espero que gostem…

Por Alexandre Rossi

latidos 1024x980 Dicas para evitar mordidas de cães

Mordidas de cães podem ser muito perigosas e, na maioria das vezes, é possível evitá-las. Para isso, primeiro é preciso entender os motivos que levam um cachorro a reagir assim diante de algumas situações.

Morder, por que?

Geralmente, os cães mordem quando se sentem ameaçados ou com medo. Ou ainda para proteger seu território, os filhotes, a comida e até os brinquedos! Quando estão com dor ou irritados, também podem morder. Por isso, tanto observar o animal quanto policiar as próprias ações ajudam a prevenir ataques.

Ação e reação

Algumas atitudes que parecem inocentes pra nós, podem representar uma baita ameaça para os cachorros. Olhar o cachorro fixamente nos olhos é um ótimo exemplo disso. Pra você pode não ser nada, mas ele talvez se veja num confronto. Encurralar o animal num canto ou se curvar sobre ele são duas situações que têm grandes chances de acabar mal. O melhor mesmo é ficar de lado para o cão, para que ele não se sinta ameaçado.

Abraço apertado… demais!

Sabe aquele abraço super carinhoso que a gente adora dar nos cachorros? Pois é… nunca faça isso se você não tiver certeza absoluta de que o cão é extremamente dócil.

Procure também sempre manter seu rosto a uma distância razoável do cachorro. A maior incidência de mordidas ocorre justamente nesta parte do corpo.

Te conheço?

É muito comum a gente ver um cão passeando na rua e querer passar a mão, fazer carinho… É quase que automático, principalmente para os apaixonados por cachorro.

Mas é muito importante tomar alguns cuidados. Sempre pergunte ao proprietário se o cão é dócil e se você pode fazer carinho nele. Normalmente, quando percebem que o dono está relaxado e agindo de forma natural diante do estranho, os cães se sentem mais confiantes.

Antes de qualquer interação, deixe o cachorro cheirar você. A aproximação deve ser feita pelo proprietário, e se quiser chegar perto do cão, mexa-se devagar e com movimentos leves. Converse com o dono, como se não estivesse nem aí pro animal. Só então estenda a mão para o cachorro cheirá-la. Mantenha o braço relaxado e o punho cerrado, evitando assim mordidas nos dedos.

Quando perceber que o cachorro está se sentindo seguro e tranqüilo, acaricie seu peito e embaixo do seu pescoço com a mesma mão que ele estava cheirando. Os cães se sentem menos ameaçados nessas partes do corpo do que quando recebem carinho na cabeça, por exemplo.

Nesse momento, a maioria dos cachorros já está agindo como se você fosse um velho conhecido. Mesmo assim, seja prudente: quando decidir parar de fazer carinho, tire a mão devagar, sem movimentos bruscos.

Texto: Alexandre Rossi