Exame para detectar Alzheimer em cães

Pesquisadores brasileiros desenvolveram teste clínico que identifica sinais de demência nos animais

Assim como os humanos, os cachorros também parecem sofrer de doenças neurodegenerativas. É o que sugere um estudo feito pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). A boa notícia é que pesquisadores desenvolveram um teste específico para detectar a patologia, o que pode permitir o inicio de terapias antes de estágios mais avançados do transtorno.

A disfunção cognitiva se caracteriza por intensa desorientação do cão, diminuição da atividade física, mudanças nos padrões do sono, na rotina, nos hábitos de higiene e na memória visual – alguns cachorros não reconhecem os donos. As alterações são muito intensas e agem no cérebro de forma semelhante ao Alzheimer, diminuindo sensivelmente a qualidade de vida do animal.

Com base em modelos de detecção da doença descritos na literatura, sobretudo por cientistas de universidades internacionais, o veterinário Rogério Martins Amorim e sua equipe adptaram um intrumento para a rotina de atendimento clínico e aplicável como forma de diagnóstico precoce do transtorno. O teste consiste em um aparelho de madeira que oferece um petisco ao animal sempre que escolher o objeto correto entre dois – pode ser uma cor ou um formato específico.

“ O próximo passo é validar cientificamente o modelo para que ele passe a ser usado no atendimento clínico do Hospital Veterinário da Unesp de Botucatu”, ressalta Amorim. Se aceito, o teste poderá prever que cachorros que não consigam acertar o objeto a ser tocado entrem para o grupo suspeito de disfunção cognitiva canina e sejam encaminhados para ressonância magnética e outros exames complementares.

Segundo o veterinário, as formas de tratamento nesses casos também precisam ser ampliadas. Agora, sua equipe pesquisa o isolamento e cultivo de células-tronco neurais presentes no bulbo olfatório de cães. A expectativa é que, no futuro, as investigações possam levar a terapias mais eficazes para a demência dos cães idosos.

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5 respostas em “Exame para detectar Alzheimer em cães

  1. Tratei o meu com florais e musicoterapia, no caso dele louvores porque ele gostava muito pela tranquilidade. Amava ouvir Aline Barros rsrsrs. : ( Saudades…
    Era música à noite toda, toda hora que ele queria, corria para o som e ficava me esperando quando queria ouvir.A coisa mais linda da minha vida.
    Deu muito certo.
    Faleceu de velhinho e tranquilo.
    E o nosso coração derrete de amores por ele.

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  2. Minha falecida cadelinha poodle Vick começou com mudanças n comportamento. Trocava noite p dia. Ficava presa embaixo d cadeiras. Chorava muito a noite. Pesquisei muito e achei o grupo americano q intitulou a doença d Sindrome cognitiva canina. Esse grupo foi importante p mim que, junto a veterinaria, achou o remedio semelhante q la usavam p administrar na minha cachorrinha aqui no brasil rj. Vou pegar o link e posta lo aqui para as pessoas q tem um animal com esses sintomas. Meu email é robjota@aol.com para quem kiser trocar informacoes sobre essa triste doença. O remedio q eu usei foi o jumexil. N adiantou muito mas tentei. Ela tinha 17 anos qd a sacrifiquei. Um bj a todos. Roberta

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