Conheça o Bulldog Ingles


História da Raça

Um dos cães que a gente reconhece pela sua “cara” sem errar, seguramente, é o bulldog; uma raça que com sua simpatia tem conquistado os corações de muitos fiéis admiradores por todo mundo.

Era inevitável que o bulldog agradara, pela simples razão de que se trata de uma criatura que o homem veio modificando lentamente suas características com uma criteriosa seleção com o passar dos tempos: primeiro porque queria um bom cão de combate, e também porque desejava um afetuoso cão de companhia.

O bulldog, que tem descendência dos antigos molossos do Tibet (e vem se diferenciando cada vez mais destes com o passar dos tempos), era usado na Grã-Bretanha nas lutas contra os romanos quando, no ano de 55 A.C., tentaram invadir pela primeira vez as ilhas britânicas; contra o adeptos do cristianismo nas arenas, depois de terem sido importados para a capital do império pelos legionários romanos; contra os ursos, contra seus próprios semelhantes, mas sobretudo contra os touros. A palavra bulldog não significa cão-touro e sim cão para o touro.

Sua história é cada vez mais distante dos antigos molossos para aproximar-se com a morfologia dos exemplares de hoje em dia. Bull-baiting , termo que designa aqueles combates entre o cão e o touro que se espalharam na antiga Inglaterra, sobretudo entre os trabalhadores mineiros da região de Black Country.

O bull-baiting se espalhou rapidamente, sustentado também em parte, pela grande paixão dos ingleses em apostas. A moda chegou a tomar parte por todo continente europeu, ficando proibida em 1698 na Holanda, em 1834 na França, e um ano mais tarde também no Reino Unido.

Na época em que se celebravam estes combates, notava-se, nos bulldogs, algumas peculiaridades que na atualidade se caracterizam de maneira inconfundível nesses cães, por exemplo, é fato que eles devem ser dotados de extremidades curtas (para que o touro tenha dificuldades em “chifrá-los”, arremessando-os para o alto), a cana nasal curta e com a ponta do nariz recuada em direção aos olhos (para facilitar a respiração durante a mordedura) e a presença de rugas no focinho (para que o sangue do touro escorra com fluência e não entre em seus olhos).

A criação de exemplares que obtiveram êxito em combate se converteu, rapidamente, em uma atividade muito rentável. Para se conseguir uma raça própria foi necessário um longo caminho, e mesmo querendo, ainda hoje, é impossível encontrar dois bulldogs totalmente iguais.

O nome apareceu pela primeira vez – em forma de documento histórico – em uma carta enviada de San Sebastian, por um tal Prest-wick Eaton, ao londrinense George Willingham. Na carta era solicitado o envio de um casal de exemplares de boa tipicidade para ser presenteado, isso por volta de 1631 ou 1632. Em épocas anteriores, se usavam outros nomes, tais como bondogge, boldogge e bandogge. Durante este período a raça havia começado a difundir-se na Europa, onde encontrou uma aceitação crescente por parte do público e da crítica. Aumentava o interesse pela raça em determinados países, diminuindo em outros que antes, por diferentes motivos, tinha uma grande aceitação.

Durante um certo período, os criadores ingleses importaram de Aquitania – região que, desde os tempos remotos existiam os antepassados do atual dogo de Burdeaux, tal como descreve Marco Terencio Varrón em Rerum rusticarum – exemplares úteis para a melhora do bulldog inglês, não em vão, pois esses cães franceses eram muito apreciados por sua força e firmeza. Todavia o interesse desse país pelo bulldog foi diminuindo, igualmente pelos países da península ibérica, onde se conserva o primeiro documento conhecido que figura o nome do bulldog. Em contrapartida, a raça incrementava sua presença na Holanda, Alemanha e Suíça.

Na Itália, por exemplo, o bulldog aparece desde o início do século XX, na mesma época que na América, donde deram lugar à outra raça.

O bulldog americano está geneticamente um passo atrás na história do bulldog do ponto de vista morfológico. Por outro lado, representa um retorno à raça nos primórdios do século XIX.

Efetivamente, o bulldog inglês descende de exemplares bastante diferentes dos que atualmente representa a raça. Entre as cabeças de estirpe historicamente importantes de se destacar Crib y Rose , imortalizados por Abraham Cooper, um célebre desenho que data de 1817.

Estes exemplares, que então se consideravam ideais, tinham a cana nasal bastante larga do que se prevê no “estander” atual e eram muito mais altos. O bulldog americano, no que pese conservar as feições do inglês, é a reconstrução de um cão mais alto, mais funcional na sua movimentação e com menos complicações.

Convém recordar que os bulldogs ingleses, vez por outra, sofrem de monorquidia e criptorquidia (falta de testículo na bolsa escrotal), problemas cardíacos e respiratórios, dificuldades na monta (acasalamento) e nos partos. Os criadores contemporâneos estão cada vez mais trabalhando para eliminar as doenças que se transmitem de geração em geração, buscando um tipo muito especial, mas não é um trabalho fácil e nem pode ser realizado em curto prazo. Ao longo da história da criação dos bulldogs, a raça tem sido vítima, em várias ocasiões das decisões do homem. Isso ocorreu quando selecionaram os exemplares mais ferozes com vista a resultados nos combates, e também quando se exagerou sua morfologia para convertê-los em autênticos show-dogs (cães espetáculos), por conseqüência, houve o perigo de provocar o desaparecimento da raça. O cão foi modificado até o ponto de ser proposto a remodelação do bull-baiting, com seu fim, fazendo o bulldog recuperar as características de cão normal.

Este é o caminho – sem derramamento de sangue nas arenas – que está se perseguindo hoje em dia. Em muitos criatórios se valorizam as fêmeas que dão à luz filhotes sem cesárea, e reprodutores que cobrem as fêmeas naturalmente, sem dificuldades e que não sofrem e não transmitem patologias cardiovasculares.

Para finalizar, não podemos deixar de mencionar a influência que a história tem exercido no caráter da raça.

Se atualmente o bulldog é adorável e incomparável companheiro de jogos das crianças, não se pode duvidar que nos primeiros textos do “estander” o redator recomendava que os cães crescessem em restrito contato com os homens, dando-lhes cuidado e atenção, com o objetivo de quando adultos, experimentarem os arranques de frieza que havia feito deles tão impopulares em seu país de origem, até o ponto de estarem a um passo da extinção, uma vez declarados ilegais nos combates e com a conseguinte diminuição de sua criação.

Como escolher um bom Pet Shop


Normalmente, eu já tenho definido o Pet Shop onde compro produtos para meus cães e também onde busco por alguns serviços tais como vacinação, banhos, tosa, entre outros. Porem, de tempos em tempos, acho importante dar uma olhada para ver como anda o mercado e o que tem surgindo como opção para os consumidores desses serviços. E foi nesse momento que fiquei decepcionado com o que encontrei na internet… Bom, para tentar ajudar os leitores do blog que já podem ter passado por isso ou que ainda poderão passar, vou colocar aqui algumas dicas.

O primeiro cuidado que devemos ter antes de levar o bichinho para realizar qualquer procedimento é procurar o registro daquele estabelecimento no Conselho Regional de Medicina Veterinária, pois todo Pet Shop deve possuir esse registro com a indicação de um veterinário responsável. Confesso que esse e um item ao qual eu nunca havia prestado atenção antes. Como sou de Belo Horizonte – MG, segue o link para quem desejar pesquisar no CRMV-MG.

Tendo em vista que esse é um local voltado à higienização do animal, também é preciso verificar as condições de limpeza do ambiente. Conferir como é feita a esterilização da gaiola onde o animal fica preso e até mesmo da escova e pentes utilizados. Basta pedir para conhecer o local onde o banho e a tosa são feitos e já sera possível avaliar se os profissionais que trabalham la são realmente cuidados, tanto no trato dos animais quanto em relação `a higiene geral do lugar.

Fique atento também aos seus direitos e cuidados com a saúde do animal que você confiou ao Pet Shop. Se for detectado que o animal pegou alguma doença de pele, ou mesmo algum parasita, os custos com medicação e demais tratamentos necessários para resolver o problema são de responsabilidade do Pet Shop. Se caso o Pet Shop se recuse a arcar com isso, você pode fazer um B.O e registar o máximo possível as provas do que ocorreu (fotos, testemunhas, laudos com especialistas, etc).

Qualquer dano ao animal, como um corte no momento da tosa, por exemplo, ele deve ser imediatamente reparado e os custos com gaze, remédios, pontos e anestesia devem ser suportados, exclusivamente, pelo estabelecimento.

Procure por referencias do Pet Shop na internet (forums, facebook, etc). E importante conversar com outras pessoas para saber se recomendam aquele local ou se já tiveram algum problema antes.

Algumas zoonoses que podem afetar cães e gatos


Sarnas

São minúsculos insetos conhecidos como ácaros. Existem vários tipos de ácaros que normalmente residem nos carpetes, cortinas e outros lugares que possam abrigá-los, mas apenas alguns tipos causam sarna. O insetinho coloniza o folículo piloso e causa grande irritação, por isso os animais se coçam. Na verdade não só os animais, mas as pessoas que pegarem sarna também se coçarão bastante.

O cachorrinho pega sarna de outros cães ou de lugares contaminados.

Além da sarna mais comum, que é a sarcóptica, existe a demodécica, conhecida também como sarna negra e a sarna de ouvido. São ácaros diferentes. A demodécica é a única complicadinha de tratar, pois está mais relacionada a uma deficiência genética que torna o cão indefeso, do que à própria força do ácaro em si; para se ter uma ideia, um cão saudável, mesmo que fique próximo a um cão com sarna negra não a contrai.

Para prevenir as sarnas, mantenha o máximo de higiene nas acomodações do seu animal e evite contato com outros animais não tão bem cuidados. Se você já sabe que seu amigo está com sarna, evite deixá-lo no colo e lave sempre a mão após lidar com ele. Para tratar animais com sarna, você precisa de ajuda de um veterinário. Nem tudo que coça é sarna. Alergias também coçam, e o tratamento é diferente. Automedicação ou auxílio de curiosos também é prejudicial. Medicamentos contra a sarna são inseticidas e podem ser perigosos se usados de forma errada, principalmente em animais jovens e gatos.

 

Micoses

Diferente das sarnas, as micoses são causadas por fungos patogênicos. Normalmente são mais frequentes em épocas quentes e úmidas. Nem sempre coçam, mas caem muitos pelos, deixando áreas alopécicas (sem pelos) em várias partes do corpo.

 

Verminoses

Muito importante prevenir, pois são muito comuns, e as pessoas podem se contaminar. Os vermes são parasitas que habitam principalmente o intestino de cães e gatos. Ocasionam má absorção do alimento e diarreias. Filhotinhos com muitos vermes correm, inclusive risco de morte.

Os vermes podem ser contraídos pelos fi lhotes, ainda no útero materno, por isso as futuras mamães devem ser vermifugadas. Os cães podem também contrair vermes ao lamberem o próprio corpo, lamberem o chão, beberem água contaminada, engolirem pulgas ou pisarem em terrenos contaminados. Os vermes eliminam seus ovos pelas fezes dos cães e gatos, daí não preciso nem falar da importância da correta higiene de nossa casa e quintal, e que não devemos andar descalços por onde eles defecam.

Também é muito importante lavar sempre a mão depois de lidar com eles. As pessoas também podem contrair vermes. Por alimento contaminado, verduras e carnes malpassadas. Quando um verme está alojado no intestino de uma pessoa, é ruim, mas não é grave. O problema é quando vai parar em outros lugares do corpo, aí fica perigoso. Mas a prevenção é muito, muito simples.

Vermifugue seu amigo diversas vezes durante a infância dele. Depois de adulto, continue vermifugando periodicamente, no mínimo de seis em seis meses, ou sempre que retornar de áreas rurais ou de passeios em lugares de terra ou mato. Já na praia existe outro tipo de verme, transmitido por um pernilongo e que se aloja no coração dos cães, é a dirofi lária. Se você pretende levar seu cão a áreas de litoral, avise sempre seu veterinário, para receber orientação sobre como proceder a prevenção.

 

Toxoplasmose

Outro tipo de parasita intestinal, causado por um protozoário, mais comum nos gatos. Normalmente não é muito perigoso aos gatos e pessoas, exceto às mulheres grávidas em início de gestação. Uma mulher que já teve gatos durante a vida toda, provavelmente já terá tido contato com o toxoplasma e nem fi cou sabendo disso, por ser assintomático, mas se você é mulher, nunca teve gatos e acabou de engravidar, não é o melhor momento de ganhar um bichano, a não ser de pelúcia.

 

Febre maculosa ou febre do carrapato

Doença pouco comum no Brasil, mas ganhou a mídia nos anos de 2005/2006 quando apareceram supostos casos na região da Grande São Paulo. Causada por uma rikétsia (parente das bactérias), transmitida pelos carrapatos e que pode infectar as pessoas causando uma febre que pode ser fatal. Não é comum acontecer, mas ilustra bem o porquê devemos eliminar os carrapatos de nossos amigos.

Prevenção: banhos frequentes, examinando bem o cão, limpeza rigorosa das instalações e medicação contra carrapatos, no chão e no animal, sempre que encontrar algum carrapatinho. Converse sempre com seu veterinário, que vai indicar o medicamento mais apropriado e seguro.

Texto retirado do livro: “Como cuidar de seu cão e gato de fora responsável”
Veterinário Wilson Grassi

Primeiros Socorros para Animais


Olá!

Vi uma reportagem bem interessante no site do UOL e acho que é muito importante divulgar esse tipo de informação.

Numa emergência, saber o que fazer pode significar a diferença entre a vida e a morte do seu animal de estimação. Portanto, espero que ninguém aqui precise passar por isso, mas conhecimento nunca é demais.

Veja os vídeos aqui.

 

Um abraço.

O que fazer se o seu cão fugir


É a sensação de que todos os proprietário de animais de estimação mais teme: você chama o nome do seu cão e ele não vem. Uma porta esquecida aberta e pronto… seu cão pode estar em qualquer lugar. O importante é não entrar em pânico. Respire fundo e comece a percorrer os passos abaixo.

Fase I: Assim que você observar que o seu animal de estimação está desaparecido

Como qualquer um que é fã de programas de crimes na TV pode dizer, o momento mais crítico em um caso de pessoas desaparecidas, são as primeiras 24 horas. O mesmo vale para cães desaparecidos. Quanto mais cedo você começar a procurar, mais cedo você vai encontrá-lo. Quanto mais tempo o seu cão teve para fugir, maior será o perímetro que vai ter que procurá-lo. Então, assim que você verificar que o cão realmente se foi é hora de iniciar a procura.

• Telefone: Coloque o seu número de telefone na coleira do seu cão. Isso pode ajudar a quem encontrá-lo a entrar em contato com você. Se a coleira tem o seu número de telefone celular, certifique-se de levar o telefone com você em sua busca. Se a coleira tem um telefone fixo, certifique-se que alguém estará em casa para atender o telefone caso alguém ligue.

A pessoa encarregada de esperar em casa também pode usar a oportunidade para ligar para seus contatos, veterinários, e pet shops. Certifique-se de usar um telefone diferente do que na etiqueta de identificação do seu animal ou que você tem chamada em espera ativado para que você não perca nenhuma chamada. E não se esqueça de deixar seu número de telefone e uma descrição do seu cão com os abrigos.

• Tire uma foto. A melhor forma de otimizar a busca e o reconhecimento do seu cão é uma foto recente dele. Depois, você pode mostrar às pessoas a foto e perguntar se eles já viram aquele cachorro. É muito mais rápido do que ter que passar por um confuso “Achamos que ele é um poodle com uma mistura de outra coisa e com cores diferentes no pelo, mas na maior parte marrom …” Se você não tem uma foto de seu cão, tente imprimir uma foto da raça que mais se assemelha a ele.

• Traga um pouco de isca. Há um som que seu cão gosta de ouvir, como o barulho de um brinquedo ou um apito? Se for assim, trazer esse item durante a busca e fazer um pouco de barulho pode ajudar muito. Junto com o tom de sua voz, você tentar mostrar ao seu cão que não está zangado para que ele evite se esconder de você. Com sorte, ele virá correndo quando ouvir seu som favorito.

• Mutirão. Traga cartões de visita ou um bloco de papel onde você pode escrever o seu número de telefone. Dar o seu número de telefone para os seus vizinhos ou para alguém com quem você conversou durante a busca, e pedir-lhes para chamá-lo se virem qualquer sinal de seu cão, pode ajudar. Há também sites onde você pode postar o desaparecimento do seu cão para obter a ajuda de pessoas que morem na sua área.

Fase 2: O dia seguinte

Você procurou por toda parte o seu cão, mas infelizmente teve de desistir durante a noite. Saiba que a esperança não está perdida. Os cães têm excelentes instintos e podem voltar para sua área após a sua grande aventura. Se eles foram roubados, ainda há uma boa chance de que alguém tenha testemunhado algo que pode ajudar a localizar o seu cão. O que você pode fazer nesse meio tempo?

• Crie um pôster. Incluir uma foto recente de seu cão (cor, se possível), o seu número de telefone, e uma breve descrição de onde e quando o cão foi visto pela última vez. Incluir o nome do cão e oferecer uma recompensa, mas não especificar um valor. Se a recompensa é muito baixa, as pessoas podem não se preocupar e se for muito alta, eles podem pensar que o cão é valioso e tentar vendê-lo. Além disso, publicar a informação no jornal local ajuda.

• Onde informar. Tente colocar em todos os quadros de avisos públicos que você pode pensar: centros comunitários, parques, mercearias, padarias e postes do seu bairro e região. (Esteja ciente das leis em sua área. Vai ser um desperdício de seu tempo se o cartaz for removido.) Peça a comerciantes locais para mostrar o seu anúncio em suas lojas ou ao lado de sua caixa registradora. Dê pilhas de panfletos para os amigos e familiares e  peça-os para distribuir.

• Verifique os sites de perdidos e achados. Verifique on-line e no jornal local para ver se alguém postou um aviso de que eles encontraram um cão que corresponda ao seu.

Passaram-se alguns dias e ainda nenhum sinal.

Não desista. Se seu cão teve a devida identificação em sua coleira ou um microchip as chances são boas que você será avisado se ele for encontrado ferido ou pior. Tente ampliar o perímetro de sua pesquisa e entre em contato com abrigos e pet shops fora de sua área local. Também certifique-se de manter seus anúncios on-line atuais e no jornal.

Boa sorte!

Em breve traremos mais dicas sobre como evitar que o cão fuja ou seja roubado.

Fonte: http://www.cesarsway.com

Alguns Cuidados Essenciais


Bons hábitos de higiene pessoal nos fazem ficar mais felizes e saudáveis. Isso também vale para o cão: limpo, pêlo bem cuidado, unhas cortadas, olhos e dentes limpos vão mantê-lo se sentindo mais confortável e com a aparência e cheiro melhores. Para manter seu cão da melhor maneira, você precisará saber algumas habilidades de beleza, bem como quando é a hora de procurar um profissional.

 

Cuidados com a pelagem

Sem escovar ou pentear regulares, o pêlo de seu cão pode formar nós. Eles podem puxar e causar inflamações à pele sensível do cão, além de serem doloridos para remover. Mesmo os cães de pelagem curta e baixa precisam de escovação regular, para distribuir o óleo da pele e remover pêlos mortos. Com isso em mente, todos os donos de cães devem ter alguns acessórios de beleza à mão.

Um pente de pulgas com dentes finos dura para o resto da vida de seu cão. Também use esse pente para remover pêlos mortos e soltos. Se a pelagem de seu cão está muito embaraçada, não use um pente, pois você acabará machucando-o.

A escovação regular mantém a pele saudável, estimulando o fluxo sangüíneo e distribuindo os óleos naturais. Se seu cão tem pelagem curta, uma escovação semanal dá conta do recado. Entretanto, uma raça de pelagem grossa, longa ou desgrenhada, como um afghan ou old english sheepdog, pode exigir cuidados diários. Uma escova de cerdas de borracha pode prevenir a formação de nós e uma escova de couro curtido ou luva de borracha podem remover os pêlos soltos rápida e facilmente. Para melhores resultados, esteja certo de que você está penteando no sentido para baixo em relação à pele.

Use uma escova de cerdas naturais em cães de pêlo curto. Esse tipo de escova também pode ser usada em raças como husky e collie, que têm “pelagem dupla”: uma pelagem macia por baixo e uma pelagem externa resistente. Uma escova de pinos de aço é melhor para cães de pelagem longa, como maltês, shih tzu e yorkshire. Alguns cães, como poodles, bichons frises, kerry blue terriers têm a pelagem cacheada ou ondulada, precisando do uso de uma escova de borracha com cerdas curvadas. Para aqueles com pêlos lisos, escorridos, sedosos e finos, como setters ou spaniels, a escova de pinos ou de cerdas de borracha são boas escolhas. Pergunte ao criador se a pelagem do cachorro requer um tipo de escova ou pente especial, especialmente se você quiser levar o animal para exposições.

Antes de começar a escovar, umedeça a pelagem de seu cão com um condicionador em spray. Isso ajuda a escova a se movimentar suavemente no pêlo e diminui a eletricidade e os fios partidos.
Para remover nós, coloque um pouco de óleo para bebê ou líquido desembaraçante em cada um. Após vários minutos, tente desprender e separar os fios do nó, usando os dedos ou o dente final de um pente. Escove cuidadosamente cada uma das partes desprendidas, indo devagar para não machucar seu cão. Em casos mais sérios, a pelagem inteira terá que ser cortada.

Você deve reparar que a pele e os pêlos de seu cão ficam mais secos durante o inverno e que a pelagem fica estalando com a eletricidade estática toda vez que você o acaricia ou escova. Todos na casa se sentirão melhor se você colocar um umidificador nas épocas mais quentes. Após o banho, trate a pele de seu cachorro com um condicionador especial. Uma leve camada de vaselina também pode ajudar a aliviar almofadas dos pés secas e quebradiças.

 

Pedicure

Não negligencie a rotina de cuidados com os pés dos cães, ele é suscetível a picadas ou machucados causados por vidros ou por outros objetos afiados, bem como arranhões e esfolamentos causados por calçadas de cimento e cascalho. Examine os pés de seu cão de tempos em tempos para ter certeza de que ele não pegou nenhum grude de rabo-de-raposa (tipo de capim) ou videira. Se carrapichos ficarem grudados na pata, remova-os com tesouras. Limpe os pequenos cortes e passe pomada ou creme antibiótico. Busque tratamento veterinário para cortes mais sérios.

Pequenos cortes ou doenças de pele podem causar infecção nas glândulas sudoríparas entre os dedos os pés, um problema comum em bull terriers, dobermans e pequineses. Mergulhar os pés sofridos em um escalda-pés com água morna e sal aliviará a dor. Uma infecção mais grave ou persistente precisa de cuidados veterinários, antibióticos ou outro tratamento reforçado.

Se o seu cão pisar em algo grudento, amacie colocando margarina, manteiga de amendoim ou banha nos pés. Então, tire o objeto aos poucos. Coloque gelo no chiclete para fazê-lo ficar frágil e fácil de remover. Você também pode tentar mergulhar o pé em uma mistura de água morna com sal e azeite ou óleo mineral.

Para cães que vivem em regiões com gelo e neve no inverno, o sal das estradas e os produtos para derreter gelo podem irritar as almofadas dos pés. Lavar e secar os pés da Muffy antes de sair reduz essa situação dolorosa e previne que ela engula sal quando lamber os pés doendo. As botinhas são uma outra opção, apesar de alguns donos acharem-nas humilhantes. Os cães que gastam muito tempo no gelo e na neve também podem formar bolinhas de gelo entre os dedos dos pés. Isso pode ser prevenido usando um spray de silicone antes de o cão pôr a cabeça para fora de casa.

Cortar as unhas de um cão exige prática e perseverança. Manter as unhas de seu cãozinho propriamente cortadas significa menos estragos no seu carpete e pisos, além de uma menor chance de dor por causa de unhas agarradas, quebradas ou encravadas. Quanto mais cedo você começar a acostumar seu cão a ter as unhas cortadas, mais fácil será ao longo da vida, especialmente se seu cão ainda é um filhote. Use cortadores de unha especialmente feitos para cães. Para melhores resultados, espere que ele esteja relaxado ou adormecido. Corte onde as unhas curvam, do outro lado da área sensível e rosada conhecida como sabugo. É fácil evitar esse lugar se as unhas de seu cão são claras, mas unhas escuras necessitam de mais precisão. Se você cortar muito a unha e atingir o sabugo, use um bastão ou pó adstringente para fazer parar o sangramento. Mergulhar a unha no amido de milho também ajuda a estancar, ou então, mantenha uma barra de sabão próxima quando você estiver cortando as unhas de seu cão. Se você atingir o sabugo, apenas esfregue a unha pela barra de sabão para parar de sangrar. Corte as unhas de seu cão a cada duas semanas ou quando necessário. Elas precisam ser cortadas se tocam o chão quando o cão está parado em uma superfície rígida ou se fazem barulho de cliques quando ele anda.

 

Cuidados com os dentes

Embora os cães geralmente não tenham cáries, eles são propícios a doenças de gengiva por causa da formação de tártaro. Ele é um subproduto da placa, que é um resíduo macio e pegajoso que fica nos dentes após comer. Quando a placa endurece, faz as gengivas ficarem vermelhas, inflamadas e doloridas. Isso é chamado de gengivite. As doenças gengivais são um dos problemas mais comuns que os veterinários encontram nos cães. Além de causar mau hálito, se a doença periodontal ficar muito ruim, pode interferir na mastigação e até mesmo afetar órgãos internos, causando infecções bacterianas nos rins e no coração.

A boa higiene dental não pode começar muito atrasada. Se você começa a cuidar dos dentes de seu cão enquanto ele é um filhote, você pode reduzir bastante a chance de ele desenvolver doenças periodontais. Para escovar os dentes, use uma escova pequena e macia ou então uma escova de dedo com pasta de dente ou solução de limpeza feita para bichos de estimação. A pasta de dente para pessoas faz muita espuma e os aditivos podem irritar o estômago de seu cão. Você também pode embrulhar gaze em torno do seu dedo e esfregar suavemente os dentes de seu cão com uma pasta. Para fazê-la em casa, misture bicarbonato de sódio com um pouco de sal e água. Aplique-a com uma escova de dentes ou gaze. Não use essa receita se seu cachorro faz dieta com restrição de sódio.

O ideal é que você escove os dentes do cão todos os dias, mas pelo menos uma escovação semanal ajudará. A formação de tártaro tem que ser removida pelo veterinário, com o cão sob anestesia. Sendo assim, o esforço extra da escovação regular vai salvar você e seu cão de muito mais esforço e despesas mais à frente.

 

Ouvidos

Os ouvidos de seu cão são delicados e sensíveis, instrumentos bem afinados que o permitem captar sons bem longe da freqüência auditiva humana. Considerando o quanto as pessoas são exigentes em relação a seus equipamentos de som, você pensa que todos entenderiam como é importante cuidar do “sistema de som” de alta qualidade de um cão. As infecções causadas por corpos estranhos podem danificar seriamente essas criações maravilhosas. Entretanto, apenas alguns minutos por semana para examinar e limpar os ouvidos de seu animal vai ajudá-los a ficar sãos e salvos.

O ouvido externo, também chamado de pavilhão auditivo, é o mais vulnerável a ferimentos e infecções, uma vez que está exposto a objetos estranhos e sujeira. Manter o ouvido externo limpo é a primeira providência de defesa contra problemas. Comece examinando as orelhas diariamente. As saudáveis são rosadas na parte de dentro, sem cheiro ruim ou secreções aparentes. Depois, procure por objetos estranhos. Se seu cão passa muito tempo do lado de fora, especialmente em mato alto ou áreas com madeira, ele pode pegar rabos-de-raposa ou carrapatos em suas orelhas. Remova os corpos estranhos com seus dedos e então limpe as orelhas do cão com óleo mineral. Nunca use sabão e água, pois a água ensaboada pode causar uma infecção auditiva. Se um corpo estranho estiver incrustado na orelha ou se você não está seguro de retirá-lo, deixe que o veterinário faça isso. O melhor meio de remover é agarrá-lo firmemente no nível da pele com uma pinça e puxá-lo de uma só vez com uma pressão suave e forte.

Dê para as orelhas de seu cão uma limpeza completa mensalmente, conforme necessário. As orelhas pendentes geralmente precisam de mais atenção do que as em pé. Umedeça uma bola de algodão ou de roupa com óleo mineral, azeite ou hamamélis e limpe com cuidado o interior das orelhas. Não use cotonete, pois é fácil danificar acidentalmente os delicados mecanismos da orelha interna. Algumas raças, como os terriers e poodles, têm pêlos que crescem dentro da orelha. Eles precisam ser puxados para prevenir o acúmulo de cera e sujeira. Peça a um arrumador ou a um criador para lhe mostrar como puxar os pêlos.

Fique sempre atento aos primeiros sinais de alerta de uma infecção de ouvido, que não é um problema tão incomum nos cães. Se o seu agita a cabeça constantemente, tem orelhas doloridas ou vermelhas ou se elas estão com mau cheiro ou têm secreções, leve o cão ao veterinário. A maioria das infecções desse tipo é causada pela falta de circulação de ar e ocorrem mais comumente em raças de orelhas pendentes ou peludas. O ambiente úmido, quente e escuro é o lugar perfeito para que as bactérias e fungos cresçam. Captando os primeiros sinais, a infecção de ouvido do seu cão estará logo sob controle, prevenindo complicações mais sérias, que podem levar à perda de audição.

As orelhas dos cães são alvos perfeitos para mosquitos. As picadas recorrentes podem causar dermatite, que deixa as orelhas com crostas e propensas ao sangramento. Para manter seu cachorro livre de coceiras, aplique um repelente de insetos seguro para animais nas orelhas dele, antes de sair.

Se o seu cão agita freqüentemente a cabeça e as patas perto das orelhas, mas não há sinais de infecção, ele pode estar incomodado com ácaros da sarna de ouvido. Eles invadem o canal auditivo e alimentam-se de fragmentos de pele. Um sinal que denuncia a sarna são os fragmentos escuros, que se parecem muito com grãos de café. Os ácaros de ouvido são muito comuns em filhotes e em cães jovens. Isso porque esses ácaros se espalham facilmente e os filhotinhos gastam muito tempo um em cima do outro, enquanto brincam e dormem. Se você tem outros cães e gatos em casa e um deles começa a ter sarna de ouvido é melhor fazer o tratamento em todos eles. A maioria dos remédios seguros e eficientes está disponível somente com seu veterinário. Então, não espere para entrar em contato.

É claro que a velha e boa prevenção é a coisa mais importante que você pode fazer pela boa saúde da orelha de seu cão. Mantenha-as limpas, secas e livres de objetos e substâncias estranhas. Coloque bolas de algodão nos ouvidos do cachorro durante o banho (se ele aceitar) para manter a água fora do canal auditivo. Seque as orelhas quando o banho terminar. A maioria dos cães ama nadar, então esteja certo de que suas orelhas estão limpas e secas após um mergulho. Quando se fala em cuidados do ouvido, um pouco de prevenção vale mais a pena do que uma grande cura.

 

Olhos

Verifique os olhos de seu cão diariamente e limpe qualquer substância seca dos cantos usando uma bola de algodão umedecida. Veja se os olhos estão vermelhos, lacrimejantes ou com secreção. Os problemas dos olhos que não desaparecem em 24 h devem ser tratados por um veterinário. Os problemas de olhos que afetam os cães são lacrimejamento excessivo, geralmente causado por alergias, infecções, machucados ou irritação; conjuntivite, inflamação da conjuntiva, membrana que contorna a pálpebra, e objetos estranhos.

O lacrimejamento é comum em raças pequenas, como os poodles. Se os olhos de seu cão parecem lacrimejar excessivamente, deixe que seu veterinário dê uma olhada, para determinar qual é o problema e como tratá-lo. Entretanto, em alguns cães as lágrimas não parecem ter causa aparente.

Mesmo o lacrimejamento normal pode causar manchas escuras embaixo dos olhos, especialmente em cães com pelagem branca ou clara. Para manter essas manchas sob controle, lave a área embaixo dos olhos freqüentemente, usando água morna e algodão. Certifique-se de ter aparado cuidadosamente os pêlos manchados. Não use sabão perto dos olhos, pois pode causar uma úlcera na córnea.

Uma quantidade anormal de secreção no canto dos olhos ou uma aparência avermelhada na conjuntiva são sinais de conjuntivite. Essa doença é comum em cães que colocam a cabeça para fora da janela do carro ou passam grande tempo do lado de fora, quando o tempo está ventando ou com muita oeira. Em casos mais brandos, cura-se sozinho. Se o problema persistir, leve seu cão ao veterinário para se tratar.

Os cães passam a pata nos olhos para limpá-los, embora a maioria dele não seja tão meticulosa quanto os gatos. No entanto, se o cão estiver passando a pata continuamente nos olhos ou entortando-os, ele pode estar com um corpo estanho. Examine-os em um cômodo bem iluminado, para que você não deixe passar. Para ter uma visão melhor, puxe para baixo a pálpebra inferior e para cima a superior. Se apenas um olho parece ter sido afetado, compare-o ao outro para ver como diferem. Se você não conseguir achar nada ou não conseguir remover o objeto, leve o cão para tratamento no veterinário.

 

Dando banho

Os cães não precisam de banho com freqüência – só quando estão sujos ou fedorentos. No entanto, é uma boa idéia acostumar seu cão ao processo do banho enquanto ainda é jovem e aberto a novas experiências. Se você apresenta a hora do banho como uma atividade divertida e confortável, será fácil executá-la quando ele crescer e pesar 50 kg.

Mais uma vez, siga o lema dos escoteiros: “sempre alerta”. Você deixou tudo de que precisa em um local de fácil alcance antes de você começar com a água? Escova, bolas de algodão, xampu e toalhas. Também coloque uma esteira de borracha na parte de baixo do tanque ou da banheira para que seu cão não escorregue e deslize. Então, encha-a com água morna, não quente.

Agora é hora de colocar o cão. Escove-o criteriosamente, da pele para fora, para remover embaraços e pêlo solto. Os embaraços e os nós se tornam piores quando molhados. Sendo assim, esteja certo de que os removeu antes. Coloque bolas de algodão confortavelmente, mas não profundamente, nas orelhas do cão, para evitar a entrada de água e sabão.

Coloque seu cão na água, segurando-o com cuidado, mas firme. Molhe-o da cabeça para baixo, estando certo de que a água não atinge os olhos e os ouvidos. Não mergulhe o cão. Aplique um xampu especialmente formulado para cães. Nunca o seu xampu, pois o pêlo do cachorro cobre o corpo todo, não só a cabeça. Sendo assim, a dose dos ingredientes pode ser demais para ele. Agora, cubra com espuma, fazendo o xampu descer e atingir a pele. Se você está banhando um filhote com um xampu anti-pulgas, verifique se é adequado para cães da idade dele. Sempre leia e siga cuidadosamente as instruções da embalagem. Evite que o xampu caia nos olhos e nos ouvidos.

Continue falando com seu cão durante o banho, acalmando-o e dizendo como ele é um bom menino, mesmo que ele esteja tentando sair da banheira. Enxágue-o completamente, de novo usando água morna. Tenha um cuidado especial para não cair xampu nos olhos e orelhas dele quando enxaguar a cabeça. Tire o cão da banheira, diga que ele é um bom menino e seque-o com uma toalha, até que fique úmido. Se está quente e com sol, você pode deixar o cão se secar sozinho em um canil, cercado ou em qualquer área delimitada e ventilada. Continue esfregando-o com uma toalha seca para acelerar o processo. Se a secagem ao sol não é possível, secadores para animais de estimação estão disponíveis à venda para o uso em casa. Do contrário, você pode usar um secador de cabelos comum (se seu cão não ficar assustado com ele) em uma velocidade baixa e temperatura morna, para acabar de secá-lo. Nunca use um secador no modo quente ou rápido e evite colocar o equipamento muito perto do cão. Mantenha o animal em uma área morna, livre de ventanias, especialmente se o tempo estiver frio, úmido ou com vento.

Para manter seu cão limpo e cheiroso após o banho, escove-o regularmente: a cada semana para cães de pêlo curto e diariamente para cães de pelagem longa ou pesada. A escovação remove os pêlos mortos, sujeiras, parasitas e distribui o óleo da pele para manter a pelagem do cão brilhosa e bonita. Se você faz o banho e a escovação serem processos agradáveis, especialmente com filhotinhos, será muito mais fácil no futuro.

 

O toque profissional: quando procurar um arrumador

Idas regulares a um arrumador profissional são a alternativa mais apropriada para o dono ocupado. Alguns cães precisam de muita manutenção e, de qualquer forma, não importa quanto de tempo vago você tenha: pode ser melhor que um arrumador profissional cuide de pelagens longas, grossas ou pesadas. Outros donos gostam de fazer o trabalho pesado e mantêm sua interação com o cão apenas por divertimento e aprendizagem. Um arrumador profissional também pode achar manchas incomuns, inchaços, protuberâncias ou até mesmo machucados que você pode não ter visto embaixo de todo aquele pêlo.

Um cão cuja pelagem está cheia de nós ou imunda precisa de cuidado profissional. Retirá-los é um processo delicado, que leva muito tempo, e os erros podem resultar em machucados. Em casos mais graves, os cães têm que ser completamente tosados. O toque profissional também é obrigatório para exposições caninas. As condições para o banho são bastante rígidas: a pelagem dos terriers deve preferivelmente ser arrancada na tosa, por exemplo. O trabalho de um amador não colocará o cão em sua melhor forma.

Filhotes – Cuidados Importantes


A maioria das pessoas adota cãezinhos ainda bem novos… Mas será que todo
mundo sabe como cuidar corretamente desses filhotes?

Aqui temos algumas dicas pra não errar com o seu cachorrinho:

A primeira coisa a se fazer, é ter consciência de que é difícil para um
filhote, se separar da mãe. Geralmente a partir dos 45 dias de vida você já pode
separá-lo, mas ajude-o a superar. Deixe um objeto pessoal seu com ele na caminha
ou casinha. Pode ser uma roupa, um sapato velho, qualquer coisa que tenha seu
cheiro. Isso o ajuda a não sentir-se sozinho, e o acalma. Provavelmente, ainda
assim, ele irá chorar durante a noite, mas logo se acostuma. Tenha
paciência.

Leve o filhotinho ao veterinário regularmente, para que ele possa te orientar
sobre quais as vacinas o cãozinho deve tomar, e o intervalo entre elas. A
vacinação é muito importante nos primeiros meses de vida, então faça o possível
para deixar todas em dia.

É importante que ele seja vermifugado logo, para que seu crescimento não seja
comprometido. O filhote deve ser desverminado com vermífugo líquido com 30 dias
de vida, e a desverminação deve ser repetida a cada 30 dias, até completar 6
meses. Depois disso, converse com o veterinário para que ele te oriente sobre os
intervalos entre cada desverminação. Geralmente, é recomendado dar algum
vermífugo ao cachorro a cada 3 meses.

A partir de 45 dias de vida, você já pode começar a dar banho e ração para
seu filhote. Banhos são sempre com sabão de côco ou shampoo neutro. Use sempre
água morna, e coloque algodão nos ouvidos, para evitar a entrada de água. Nunca
dê banhos com shampoos anti-pulgas antes dos 6 meses, você pode intoxicar seu
cão.

Filhotes até os 3 meses devem comer 4 vezes ao dia, e a partir do 4º mês,
você pode dar ração 3 vezes ao dia. Mesmo que o filhote rejeite a ração nos
primeiros dias, insista. Não tente dar nenhum tipo de comida, uma hora ele vai
acabar comendo a ração e se acostumando com isso. Nunca dê ração de cão adulto,
essa ração deve ser dada apenas quando o cão completar 1 ano.

Deixe os potes de água e ração próximos à caminha dele, e coloque algumas
folhas de jornal um pouco longe, para fazer as necessidades.

Dica: Deixe sempre uma folha de jornal com xixi por baixo das outras limpas,
assim ele se acostumará com o cheiro e fará as necessidades sempre no mesmo
lugar.

Importante: O cão só pode começar a sair de casa quando estiver com as
vacinas em dia!

FONTE: VETERINÁRIO WILSON GRASSI (http://wilsonveterinario.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1030:como-cuidar-dos-filhotes-de-cachorro&catid=6:noticias&Itemid=10)